Arquivo mensal agosto 2019

Hemocentro coleta mais de 17 mil bolsas de sangue no primeiro semestre

O Hemocentro de Ribeirão Preto coletou no primeiros semestre de 2019, 17.247 bolsas de sangue. O volume corresponde às coletas realizadas na sede da Instituição, no campus da USP, e no posto de coleta, da rua Quintino Bocaiúva, 470, próximo a Unidade de Emergência do Hospital das Clínicas.

Comparado ao mesmo período de 2018 foi registrado queda de quase 6%. No primeiro semestre do ano passado foram coletadas 18.318 bolsas, 1.071 a mais.  O número de candidatos também caiu. Nos primeiro semestre de 2018 foram contabilizados 19.034 candidatos a doação. Em 2019, o número foi de 18.163.

O Hemocentro funciona de domingo a domingo em sua sede, no campus da USP, e de segunda a sábado no posto de coleta. No campus, o funcionamento de segunda a sexta é das 7h às 13h. Aos sábados, domingos e feriados das 7h às 12h30. O posto de coleta funciona de segunda a sexta das 7h30 às 17h30. Sábados e feriados das 7h às 12h30.

O sangue tipo O Negativo é o mais necessitado no momento. O estoque do Hemocentro indica 21 bolsas, quando o necessário para suprir a demanda dos hospitais de Ribeirão Preto é de 67 bolsas. 

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Pesquisadores do CTC-USP desvendam novos mecanismos que regulam a pluripotência em células-tronco embrionárias

Karina Toledo | Agência FAPESP

Capazes de originar diferentes tecidos do corpo humano, as células-tronco embrionárias (CTEs) passaram a representar, na virada do século, uma esperança de tratamento para diversas condições de saúde. Mas, à medida que as pesquisas avançaram, percebeu-se que entender e controlar o comportamento dessas células seria um desafio maior que o imaginado inicialmente.

Estudos mostraram que uma mesma população de CTEs pode ser bastante heterogênea e que o potencial de pluripotência, ou seja, de se diferenciar nos mais diversos tipos celulares, poderia variar entre as células oriundas de um mesmo embrião e ainda mais entre diferentes linhagens. Descobriu-se, posteriormente, que, na medida em que a diferenciação avança, se altera no interior das células-tronco o nível de determinados microRNAs – pequenas moléculas de RNA que não codificam proteínas, mas desempenham função regulatória em diversos processos intracelulares.

Ao investigar mais detalhadamente o papel de 31 desses microRNAS observados nas CTEs humanas, pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC) de Ribeirão Preto identificaram vias de sinalização envolvidas tanto na manutenção da pluripotência como na indução do processo de diferenciação – descoberta que abre novas perspectivas para as pesquisas na área.

Resultados do estudo, apoiado pela FAPESP, foram divulgados na revista Stem Cell Research & Therapy. O CTC é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID-FAPESP) sediado na Universidade de São Paulo (USP).

“Com base nessas informações, podemos pensar no desenvolvimento de drogas para facilitar o cultivo de CTEs em laboratório e até mesmo para fazer com que essas células regridam ao estágio mais inicial de desenvolvimento, denominado naive, no qual a capacidade de originar qualquer tipo de tecido é maior”, disse Rodrigo Alexandre Panepucci, pesquisador da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto e coordenador do trabalho.

Clique aqui e confira a reportagem completa publicada na Agência FAPESP.

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