Participe do 30º Mural da Casa da Ciência!

Casa da Ciência realiza o “30º Mural” no dia 05/12, às 14h30, no Hemocentro de Ribeirão Preto.

A iniciativa encerra as atividades presenciais dos dois principais programas da instituição, o Adote um Cientista e o Pequeno Cientista.

Na reunião serão apresentados os avanços obtidos ao longo dos encontros semanais, entre alunos da rede básica de ensino e seus orientadores pós-graduandos, pesquisadores e docentes da USP.

Neste semestre foram 21 grupos que abordaram diversos temas ligados a biologia, química, matemática, odontologia, educação, dentre outros

O Mural é aberto a todos e funciona nos moldes de um congresso científico, onde os estudantes trocam conhecimentos entre si, apresentam os trabalhos para o público em geral e são avaliados por pesquisadores convidados.

O Hemocentro RP está localizado próximo ao Campus da USP, na Rua Tenente Catão Roxo, 2501.

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CTC recebe pesquisadores internacionais para reuniões sobre Anemia Falciforme e Células CAR T

O CTC e o Hemocentro de Ribeirão Preto receberam nesta segunda-feira, 11/11, as importantes visitas de pesquisadores internacionais que atuam nos estudos sobre a Anemia Falciforme e as Células CAR T.
 
A pesquisadora Simone Kashima e equipe realizaram uma reunião focada na pesquisa básica sobre a Anemia Falciforme com o Dr. Wassim El Nemer, pesquisador do Institut National de la Transfusion Sanguine (INTS), ligado a Université Paris Diderot – Paris 7, da França, e o Dr. Mohandas Narla, pesquisador chefe do Laboratory of Red Cell Physiology do New York Blood Center, dos Estados Unidos.
 
 
Já o Dr. Renato Cunha e equipe apresentaram a infraestrutura e as pesquisas realizadas no CTC, com Células CAR T, para o pesquisador Hiroshi Shiku, professor da Mie University Graduate School of Medicine e presidente do Center for Comprehensive Cancer Immunotherapy, do Japão, que estava acompanhado pelo assessor Lev Tsyrenov.
 
 
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Pesquisa conduzida no CTC-USP evidencia molécula com potencial para tratar o câncer de ovário

Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP

Uma molécula com potencial para combater o câncer de ovário e bloquear o processo de metástase das células tumorais foi descrita por pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos na revista Cancer Research.

Conhecida como miR-450a, a pequena molécula de RNA geralmente é pouco expressa em tumores. Porém, testes in vitro e em camundongos mostraram que, quando superexpressa, pode ter efeitos positivos no tratamento da doença ao silenciar a expressão de genes envolvidos na migração celular e no metabolismo energético do tumor.

O estudo foi realizado no Centro de Terapia Celular (CTC), um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiado pela FAPESP na Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto. Contou com a colaboração de Markus Hafner, professor do Laboratory of Muscle Stem Cells and Gene Regulation, do National Institutes of Health (NIH), nos Estados Unidos.

“Trata-se de uma molécula promissora. Podemos desenvolver, no futuro, com uso de nanotecnologia, estratégias terapêuticas contra o câncer de ovário”, disse  Wilson Araújo da Silva Junior, pesquisador do CTC e coordenador do estudo.

Por ser inicialmente assintomático, o câncer de ovário tende a ser detectado já em estágio avançado. Atualmente, a principal arma no tratamento é a cirurgia. “A miR-450a, associada ou não à quimioterapia, pode contribuir como terapia neoadjuvante [tratamento pré-cirúrgico], aumentando taxas de resposta pré-operatórias. Já em casos mais avançados, é possível que diminua o risco de progressão ou de morte pela doença, com efeitos colaterais possivelmente menores que os da quimioterapia. Outro ponto interessante da molécula é a capacidade de bloquear o processo de metástase”, disse Silva Junior à Agência FAPESP.

Confira a reportagem completa no site da Agência Fapesp: http://agencia.fapesp.br/descoberta-molecula-com-potencial-para-tratar-o-cancer-de-ovario/31765/

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Células do próprio paciente são usadas em tratamento inovador contra o câncer

Karina Toledo  |  Agência FAPESP

Um tratamento inovador contra o câncer, feito com células reprogramadas do próprio paciente, foi testado pela primeira vez na América Latina por pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC) da Universidade de São Paulo (USP) em Ribeirão Preto – um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) apoiado pela FAPESP.

Conhecida como terapia de células CAR-T, a técnica foi usada para tratar um caso avançado de linfoma difuso de grandes células B – o tipo mais comum de linfoma não Hodgkin, doença que afeta as células do sistema linfático. O paciente, de 63 anos, já havia sido submetido sem sucesso a várias linhas diferentes de quimioterapia desde 2017.

“A expectativa de sobrevida desse paciente era menor que um ano. Para casos como esse, no Brasil, normalmente restam apenas os cuidados paliativos. Contudo, menos de um mês após a infusão das células CAR-T observamos melhora clínica evidente e até conseguimos eliminar os remédios para dor”, contou Renato Cunha, pesquisador associado ao CTC e coordenador do Serviço de Transplante de Medula Óssea e Terapia Celular do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HC-FMRP-USP).

A terapia de células CAR-T (acrônimo em inglês para receptor de antígeno quimérico) foi inicialmente desenvolvida nos Estados Unidos, onde é oferecida por dois laboratórios farmacêuticos a um custo de US$ 400 mil – sem considerar os gastos com internação. Já a metodologia desenvolvida no CTC tem custo aproximado de R$ 150 mil, que pode se tornar ainda mais baixo se o tratamento passar a ser oferecido em larga escala.

“Trata-se de uma tecnologia muito recente e de uma conquista que coloca o Brasil em igualdade com países desenvolvidos. É um trabalho de grande importância social e econômica para o país”, afirmou Dimas Tadeu Covas, coordenador do CTC e do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Células-Tronco e Terapia Celular, apoiado pela FAPESP e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

O primeiro paciente foi atendido pela equipe do CTC e do Hemocentro do HC-FMRP-USP na modalidade de tratamento compassivo, que permite o uso de terapias ainda não aprovadas no país em casos graves sem outra opção disponível. O grupo pretende agora iniciar um protocolo de pesquisa com um número maior de voluntários. “Já temos outros dois pacientes com linfomas de alto grau em vias de receber a infusão de células reprogramadas”, contou Cunha.

Como funciona

A partir de amostras de sangue dos pacientes a serem tratados, os pesquisadores isolam um tipo de leucócito conhecido como linfócito T, um dos principais responsáveis pela defesa do organismo graças à sua capacidade de reconhecer antígenos existentes na superfície celular de patógenos ou de tumores e desencadear a produção de anticorpos.

Com auxílio de um vetor viral (um vírus cujo material genético é alterado em laboratório), um novo gene é introduzido no núcleo do linfócito T, que então passa a expressar em sua superfície um receptor (uma proteína) capaz de reconhecer o antígeno específico do tumor a ser combatido.

“Ele é chamado de receptor quimérico porque é misto. Parte de um receptor que já existe no linfócito é conectada a um receptor novo, que é parte de um anticorpo capaz de reconhecer o antígeno CD19 [antiCD-19]. Com essa modificação, os linfócitos T são redirecionados para reconhecer e atacar as células tumorais”, explicou Cunha.

Os leucócitos reprogramados são “expandidos” em laboratório (colocados em meio de cultura para que se proliferem) e depois infundidos no paciente. Antes do tratamento, uma leve quimioterapia é administrada para preparar o organismo.

“Cerca de 24 horas após a infusão das células CAR-T tem início uma reação inflamatória, sinal de que os linfócitos modificados estão se reproduzindo e induzindo a liberação de substâncias pró-inflamatórias para eliminar o tumor. Além de febre, pode haver queda acentuada da pressão arterial [choque inflamatório] e necessidade de internação em Unidade de Terapia Intensiva [UTI]. O médico deve ter experiência com a técnica e monitorar o paciente continuamente”, disse.

O aposentado submetido ao protocolo no HC da FMRP-USP no dia 9 de setembro já superou a fase crítica do tratamento, conseguiu se livrar da morfina – antes usada em dose máxima – e não apresenta mais linfonodos aumentados no pescoço.

“Além desses sinais clínicos de melhora, conseguimos detectar as células CAR-T em seu sangue e essa é a maior prova de que a metodologia funcionou”, disse Cunha.

De acordo com o pesquisador, somente após três meses será possível avaliar com mais clareza se a resposta à terapia foi total ou parcial – algo que depende do perfil biológico do tumor. Os linfócitos reprogramados podem permanecer no organismo pelo resto da vida, mas também podem desaparecer após alguns anos. 

Versão brasileira

O projeto que possibilitou a produção das células CAR-T teve início há cerca de quatro anos, quando foi renovado o apoio da FAPESP ao CTC. Nesse período, foram conduzidos estudos fundamentais sobre as construções virais mais usadas para a modificação gênica, bem como estabelecidos modelos animais para os estudos pré-clínicos. Cerca de 20 pesquisadores, incluindo médicos e biólogos celulares e moleculares, além de engenheiros especializados em cultivo celular em larga escala, participam do projeto.

Mais recentemente, Cunha se incorporou ao time com a experiência clínica e laboratorial adquirida durante estágio realizado no National Cancer Institute, centro ligado aos National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos e pioneiro na técnica. Em dezembro de 2018, o pesquisador recebeu da Associação Americana de Hematologia (ASH, na sigla em inglês) o ASH Research Award e uma bolsa de US$ 150 mil para contribuir com o desenvolvimento da técnica na FMRP-USP. O projeto, no seu conjunto, teve apoio financeiro, além da FAPESP e do CNPq, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Financiadora de Inovação e Pesquisa (Finep), da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e do Ministério da Saúde.

“A metodologia que desenvolvemos é específica para o tratamento de linfoma, mas a mesma lógica pode ser usada para qualquer tipo de câncer. Estamos trabalhando em protocolos para o tratamento de leucemia mieloide aguda e para mieloma múltiplo. Também estamos acertando uma parceria com uma universidade japonesa com foco em tumores sólidos, como o de pâncreas”, contou Rodrigo Calado, professor da FMRP-USP e membro do CTC.

O objetivo do grupo, segundo Calado, é desenvolver tratamentos de custo acessível a países de renda média e baixa e possíveis de serem incluídos no rol de procedimentos do Sistema Único de Saúde (SUS).

“O custo da terapia de células CAR-T é muito próximo do valor que o SUS repassa para um transplante de medula óssea – hoje em torno de R$ 110 mil. Então o tratamento pode ser considerado acessível”, disse Calado.

Covas lembrou que o CTC tem tradição em terapias pioneiras, entre elas a aplicação de células mesenquimais para tratamento de diabetes e o transplante de medula óssea em portadores de anemia falciforme.

“Só conseguimos desenvolver o protocolo CAR-T de modo relativamente rápido porque temos uma estrutura há muito tempo em construção. Esse investimento da FAPESP em ciência básica, em formação de pessoas e em infraestrutura de pesquisa agora se traduz em novos tratamentos mais eficazes contra o câncer”, disse o coordenador do CTC.

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Participe do “XX Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular”

Estão abertas as inscrições para o “XX Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular”, do Centro de Terapia Celular da USP.

O evento será realizado de 3 a 14 de fevereiro de 2020, no Hemocentro de Ribeirão Preto.

O objetivo do ciclo de encontros é oferecer aos alunos das áreas de Biologia, Saúde e Engenharia Química, a oportunidade de conhecer as diversas linhas de pesquisa do CTC, um dos 17 Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão apoiados pela FAPESP.

As inscrições seguem até o dia 18 de outubro e devem ser feitas no site www.hemocentro.fmrp.usp.br/cursodeverao/.

A programação completa e outras informações também podem ser acessadas no site.

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Pesquisas realizadas no CTC são destaque na série EPTV 40 anos

As pesquisas realizadas no Centro de Terapia Celular da USP, voltadas ao tratamento do câncer, são destaque na série de reportagens especiais dos 40 anos da EPTV.

Confira o vídeo completo no link abaixo. O tema “E a cura do Câncer?” é abordado a partir dos 12 minutos e 30 segundos.

https://glo.bo/2mxEmYZ

“Desenvolver pesquisas e tratamentos voltados à saúde da população”, este é o objetivo do CTC. Os resultados deste empenho e dedicação são estudos para a produção de terapias mais eficientes usando tecnologia brasileira. O CTC promove pesquisa de ponta em benefício do cidadão.

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Pesquisadores do CTC-USP desvendam novos mecanismos que regulam a pluripotência em células-tronco embrionárias

Karina Toledo | Agência FAPESP

Capazes de originar diferentes tecidos do corpo humano, as células-tronco embrionárias (CTEs) passaram a representar, na virada do século, uma esperança de tratamento para diversas condições de saúde. Mas, à medida que as pesquisas avançaram, percebeu-se que entender e controlar o comportamento dessas células seria um desafio maior que o imaginado inicialmente.

Estudos mostraram que uma mesma população de CTEs pode ser bastante heterogênea e que o potencial de pluripotência, ou seja, de se diferenciar nos mais diversos tipos celulares, poderia variar entre as células oriundas de um mesmo embrião e ainda mais entre diferentes linhagens. Descobriu-se, posteriormente, que, na medida em que a diferenciação avança, se altera no interior das células-tronco o nível de determinados microRNAs – pequenas moléculas de RNA que não codificam proteínas, mas desempenham função regulatória em diversos processos intracelulares.

Ao investigar mais detalhadamente o papel de 31 desses microRNAS observados nas CTEs humanas, pesquisadores do Centro de Terapia Celular (CTC) de Ribeirão Preto identificaram vias de sinalização envolvidas tanto na manutenção da pluripotência como na indução do processo de diferenciação – descoberta que abre novas perspectivas para as pesquisas na área.

Resultados do estudo, apoiado pela FAPESP, foram divulgados na revista Stem Cell Research & Therapy. O CTC é um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID-FAPESP) sediado na Universidade de São Paulo (USP).

“Com base nessas informações, podemos pensar no desenvolvimento de drogas para facilitar o cultivo de CTEs em laboratório e até mesmo para fazer com que essas células regridam ao estágio mais inicial de desenvolvimento, denominado naive, no qual a capacidade de originar qualquer tipo de tecido é maior”, disse Rodrigo Alexandre Panepucci, pesquisador da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto e coordenador do trabalho.

Clique aqui e confira a reportagem completa publicada na Agência FAPESP.

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Artigo apresenta projeto de ensino de genética e imunologia do câncer para alunos do ensino básico

Os pesquisadores/orientadores do programa Pequeno Cientista, da Casa da Ciência do Hemocentro RP, publicaram o artigo “Genética e Imunologia do Câncer para alunos do ensino básico: relato de uma experiência”, na última edição da Revista Brasileira de Extensão Universitária da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

O artigo apresenta as etapas de desenvolvimento do projeto de extensão intitulado “A genética dos soldados contra o câncer”, que teve como objetivo principal compartilhar conhecimentos acadêmicos acerca da gênese, genética e imunologia do câncer com alunos da rede básica de ensino e com a comunidade.

O câncer é um assunto frequente na mídia e no cotidiano de muitos estudantes, uma vez que ainda representa um problema de saúde pública com elevado apelo emocional e social. A falta do senso crítico no processo de ensino e aprendizagem é evidenciada pela defasagem de informações e conceitos científicos básicos durante a formação escolar.

A proposta contou com a participação de nove alunos da rede básica de ensino, orientados por três pós-graduandos, durante 12 encontros semanais com uma hora de duração. As aulas foram expositivas argumentativas e práticas, tendo sido utilizadas como ferramentas pedagógicas jogos, debates, infográficos e vídeos.

A abordagem de uma temática pertinente à realidade dos alunos e o uso de estratégias pedagógicas alternativas possibilitou a apropriação do conhecimento e a assimilação significativa dos conceitos abordados. Dessa forma, o projeto contribuiu para o processo de formação dos alunos e difusão destes conhecimentos à comunidade, além de viabilizar o exercício didático e crítico aos pós-graduandos.

O artigo completo está disponível no link: https://bit.ly/2OcU3ST

Casa da Ciência

A Casa da Ciência teve início em 2001 e integra as atividades educacionais do Centro de Terapia Celular da USP, um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP, e do Hemocentro RP.

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Hemocentro fará coleta em Morro Agudo sábado, 20/07

A equipe de coleta de externa do Hemocentro de Ribeirão Preto estará, neste sábado, 20/07, em Morro Agudo, para mais uma manhã de coleta de sangue, que vai acontecer das 7h às 12h.

A coleta será na Escola Maria Amália Volpon Figueiredo, na rua Barão do Rio Branco, 722. Para doar sangue é necessário ter entre 18 anos e 69 anos, ter boa saúde e pesar mais de 50 quilos. Menores de 18 anos podem doar com autorização dos pais ou responsáveis.

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I Workshop de Pós-Graduação

O I Workshop de Pós-Graduação em Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular tem como objetivo reunir e permitir a interação acadêmica e científica entre os discentes e docentes dos Programas de Pós-graduação da FMRP USP. 

O evento será realizado no Hemocentro de Ribeirão Preto, em 29 de agosto de 2019, das 8h15 às 17h.

O evento incluirá palestras que têm como destaque o empreendedorismo e inovação, terapia celular e medicina de precisão, além da divulgação dos projetos e produção científica relacionados aos Programas de Pós-graduação da FMRP USP. 

Os resumos na categoria de mestrado e doutorado serão apresentados no formato de apresentação oral ou visita guiada e os melhores trabalhos serão premiados.

O evento terá a presença da Coordenação do Evento, Coordenação do Programa de Pós-graduação em Oncologia Clínica, Células Tronco e Terapia Celular, Coordenação da Comissão de Pós-graduação da FMRP USP e do Diretor Presidente da FAPESP. 

Os palestrantes incluem membros do SUPERA Parque, o Prof. Dr. David F. Stroncek do National Institutes of Health (EUA) e o Prof Dr Leandro Colli da FMRP USP.

Para se inscrever ou saber mais acesse: http://ceduc.fmrp.usp.br/workshop/

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