Pesquisa com MicroRNA no combate ao câncer de ovário é destaque em Prêmio Octavio Frias de Oliveira

O Prof. Dr. Wilson Araújo da Silva Junior, docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP e pesquisador principal do Centro de Terapia Celular (CTC-USP), conquistou o segundo lugar na categoria “Pesquisa em Oncologia” no 11º Prêmio Octavio Frias de Oliveira.

O trabalho apresentado teve como título: “MicroRNA pode combater câncer de ovário”. A proposta é que futuramente o tratamento com o microRNA possa complementar a abordagem vigente, hoje quase sempre cirúrgica, ou controlar a progressão da doença.

O estudo foi realizado no CTC, um Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) da FAPESP sediado no Hemocentro de Ribeirão Preto. Contou ainda com a colaboração de pesquisadores do Laboratory of Muscle Stem Cells and Gene Regulation, do National Institutes of Health (NIH), nos Estados Unidos.

O primeiro lugar foi conquistado pelo médico e também pesquisador da FMRP-USP Caio Abner Leite, com o trabalho: “Células T podem ajudar contra o câncer colorretal”.

A premiação é uma iniciativa do Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira), em parceria com o Grupo Folha, e tem como objetivo incentivar a produção de conhecimento nacional na prevenção e combate ao câncer.

A cerimônia de premiação será realizada online, no dia 5 agosto, às 17h, no canal do YouTube da Folha de São Paulo.

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Primeiro “Mural Virtual” da Casa da Ciência apresenta os resultados do semestre

Mesmo com os desafios impostos pela pandemia da COVID-19, as atividades da Casa da Ciência seguiram produtivas neste semestre.

Toda a dedicação dos alunos, professores e demais envolvidos no projeto pode ser conferida no primeiro “Mural Virtual”! 

Clique aqui e assista às apresentações!

A Casa da Ciência iniciou as atividades em 2001, como parte do Centro de Terapia Celular (CTC-USP), um dos Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPID) financiados pela FAPESP.

O programa educacional foi criado pela Profa. Dra. Marisa Ramos Barbieri e desenvolve atividades de ensino de ciências com objetivo de aproximar a pesquisa científica de alunos e professores da rede básica de ensino. O programa segue uma linha educacional que conta com apoio de pesquisadores e pós-graduandos da Universidade de São Paulo e do Hemocentro de Ribeirão Preto.

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Até dia 30, o Hemocentro vive o Junho Vermelho

A doação de sangue é fundamental para salvar vidas. Para lembrar este ato nobre foi criado o Junho Vermelho. Neste mês, até o próximo da 30, os hemocentros promovem campanhas para estimular as doações que normalmente caem neste período. Ainda mais agora, com a pandemia do coronavírus.

Diariamente muitas pessoas sofrem acidentes, estão internadas ou fazem tratamentos por diferentes doenças e necessitam de transfusões sanguíneas. Em muitas situações ele é imprescindível, não podendo ser substituído por outro produto. É um produto que não pode ser comprado e, portanto, depende da solidariedade das pessoas

Além disso, o sangue humano tem tipos diferentes e os hemocomponentes têm validade definida, sendo que num dia podemos tê-los e no outro, não. É um produto que não pode ser comprado e, portanto, depende da solidariedade das pessoas.

O volume líquido doado é recuperado em cerca de um dia. Os glóbulos vermelhos se recuperam de 2 a 4 semanas após a doação. Os estoques de ferro em cerca de 60 dias nos homens e de 90 dias nas mulheres em idade fértil. Por isso, homens podem doar a cada dois meses e mulheres a cada três meses.

Validade

A validade dos hemocomponentes varia: concentrado de hemácias: 35 ou 42 dias; concentrado de plaquetas: 5 dias; plasma fresco congelado e crioprecipitado: 12 a 24 meses, a depender da temperatura de armazenamento.

Doar sangue é seguro

Não existe nenhum risco de contrair uma doença infecciosa durante a doação. Todo material utilizado é descartável.

Reforço para segurança

O Hemocentro RP criou protocolos de segurança para que os doadores possam ir aos seus núcleos e unidades: o agendamento de doação, o distanciamento entre as cadeiras e a aferição da temperatura do doador ao chegar e se estiver além do normal é encaminhado para os serviços médicos.

Importante

Não é necessário estar em jejum para doação de sangue. É necessário ter mais de 18 anos, pesar mais de 50 quilos e estar bem de saúde.

Locais de doação

Em Ribeirão Preto, a doação pode ser realizada em dois endereços: no Hemocentro, no campus da USP, e no Posto de Coleta, na rua Quintino Bocaiuva, 470.

Horários

Campus
De segunda a sexta-feira das 7h às 13h.
Sábados, domingos e feriados das 7h às 12h30.

Posto de Coleta
De segunda a sábado das 7h às 12h30

Confira aqui os horários de todas as unidades

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Saia de casa só se for para fazer o bem!

Até dia 18/07 a ABRASTA, ABRALE, Cabify e a Credicard oferecem 100% de desconto em viagens com origem e destino até o hemocentro.

Utilize o código DOECREDICARD

válido somente de segunda a sexta.


Confira os endereços de desconto pra Ribeirão Preto.

Hemocentro Sede

Rua Tenente Catão Roxo, nº 2501 – Bairro Monte Alegre (Entrada pela rua Prof. Hélio Lourenço. Ver no Google Mapas.)
Telefone para doação de sangue: (16) 2101-9352 ou 0800-979-6049.

Horário de atendimento para doação de sangue:
– de segunda a sexta-feira das 7h às 13h
– sábados, domingos e feriados das 7h às 12h30.

Posto de Coleta

Rua Quintino Bocaíuva nº 470 – Centro (Ver no Google Mapas)
Telefone: (16) 3610-8929/ 3610-5822

Horário de atendimento:
– de segunda a sábado das 7h às 12h30
– domingos – fechado (o atendimento é feito na unidade do campus da USP)


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Ajude a reabastecer o Hemocentro RP

Com a baixa nos bancos de sangue pelo país, a 99 decidiu mobilizar os ribeirão-pretanos e incentivar a doação de sangue na cidade.

É importante que o banco de sangue mantenha um estoque regular para atender todos que precisam. 

Por isso, estamos dando descontos em corridas para diversas unidades de coleta de sangue para ajudar no transporte de pessoas que possam fazer a doação.

Insira o código DOESANGUERAO na aba “Cupom de desconto” do app. Você recebe duas corridas no valor de R$30 para ir e voltar das seguintes unidades de coleta de sangue.


Confira os endereços de desconto pra Ribeirão Preto.

Hemocentro Sede

Rua Tenente Catão Roxo, nº 2501 – Bairro Monte Alegre (Entrada pela rua Prof. Hélio Lourenço. Ver no Google Mapas.)
Telefone para doação de sangue: (16) 2101-9352 ou 0800-979-6049.

Horário de atendimento para doação de sangue:
– de segunda a sexta-feira das 7h às 13h
– sábados, domingos e feriados das 7h às 12h30.

Posto de Coleta

Rua Quintino Bocaíuva nº 470 – Centro (Ver no Google Mapas)
Telefone: (16) 3610-8929/ 3610-5822

Horário de atendimento:
– de segunda a sábado das 7h às 12h30
– domingos – fechado (o atendimento é feito na unidade do campus da USP)

Estacionamentos conveniados:
Guizelini: Rua Floriano Peixoto, 1077 (ver no Google Mapas)
Park Service: Rua Marechal Deodoro, 1192 (ver no Google Mapas)


Agende sua doação pelo Livia.bot


confira mais no site da 99.

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Hemocentro RP abre vaga para bolsista na área de “Sequenciamento de última geração”

O Hemocentro de Ribeirão Preto (FMRP-USP) oferece uma vaga de Treinamento Técnico nível três (TT-III) na área de “Sequenciamento de última geração”, no âmbito do Projeto Jovem Pesquisador FAPESP. O processo seletivo segue até o dia 29 de junho deste ano.

Para concorrer, o candidato deve ter graduação em Ciências Biológicas, Biotecnologia, Farmácia, Biomedicina ou ciências afins e apresentar boas notas nas disciplinas de biologia molecular, bioquímica e genética molecular. A seleção consiste na análise de currículo, histórico escolar e entrevista.

O pesquisador será responsável pelas seguintes atividades: realizar coleta de amostras biológicas e organizá-las em bancos amostrais; extração de RNA e DNA; executar reações de PCR em tempo real e convencional; escrita de protocolos e registro diário das atividades desenvolvidas; auxiliar na organização do laboratório e dos reagentes; ter habilidades para trabalhar em equipe.

A jornada é de 40 horas semanais e exige a confecção de relatórios técnicos anuais.

Os interessados devem enviar Currículo Lattes, diploma de graduação e dois nomes que possam providenciar recomendação (ou duas cartas de recomendação), aos cuidados do Dr. Svetoslav Slavov, pelo e-mail: svetoslav.slavov@hemocentro.fmrp.usp.br, com cópia para carmen@hemocentro.fmrp.usp.br.

Mais informações: https://bit.ly/2zKLx6s

Sobre requisitos e benefícios da bolsa FAPESP TT-III, acesse a página http://www.fapesp.br/bolsas/tt.

Clique aqui para ver o edital

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Hemocentro precisa de 11 produtos de uso diário 

Durante os seus 30 anos de serviços prestados a Ribeirão Preto e região, a população acostumou-se, através da imprensa ou de nossos canais de comunicação, a receber informações e pedidos de que o Hemocentro precisa de doadores de sangue.

Mas o momento é outro. Além de doadores, o Hemocentro de Ribeirão Preto, seus núcleos e unidades precisam da ajuda das empresas da região ou de colaboradores para o combate ao coronavírus. 

Diante do aumento de consumo de determinados materiais, produtos e com o orçamento já comprometido, resolvemos mais uma vez buscar na sociedade ajuda para superarmos este momento. 

A Instituição necessita de álcool gel  70%, álcool etílico 70% líquido, água sanitária, papel toalha, sabonete líquido, luvas e máscaras. São produtos de uso diário e de alto consumo que estão faltando ou com poucas unidades em nossos estoques.

A rede Hemocentro coleta, em média,  por ano, 94 mil bolsas de sangue e realiza cerca de 93 mil transfusões. 

Sua ajuda será muito valiosa e desde já agradecemos a oportunidade de poder contar com sua empresa como amiga da doação.

Confira a lista dos materiais:

Para ajudar ligue 16 2101 9332 ou envie um email para: doacao@hemocentro.fmrp.usp.br

Você pode acompanhar as doações feitas clicando aqui.

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Você Teve COVID-19? Doe seu plasma

O mundo está vivendo uma pandemia pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) e ainda não há vacina e nem tratamento específico para essa doença (Covid-19) que, num percentual pequeno de pessoas, pode ser muito grave e mesmo levar à morte.

As pessoas que se curam dessa infecção desenvolvem anticorpos no seu plasma que podem ser úteis para ajudar a recuperação de pessoas com formas graves da Covid-19. O plasma é a parte líquida do sangue e poderá ser coletado de pessoas recuperadas de Covid-19 para ser aplicado em pacientes que tenham um quadro grave dessa doença.

Os médicos esperam que os pacientes que receberem o plasma proveniente de convalescentes da Covid-19 tenham uma recuperação mais rápida, menor tempo de internação e de UTI e um menor risco de morrerem dessa infecção.

Assim, se você teve Covid-19 confirmada e já está recuperado e sem sintomas há pelo menos 15 dias, por favor, seja um doador de plasma. Essa doação é segura, pode ser feita no Hemocentro de Ribeirão Preto, por meio de uma máquina que utiliza somente materiais descartáveis e demora cerca de 40 minutos.

Para essa doação você deve ter mais de 50 Kg, ser homem, ou mulher que nunca engravidou e passar por uma avaliação no Hemocentro antes da doação.

Para doar seu plasma preencha nosso formulário.
Clique aqui.

Se preferir, ligue para o telefone 0800 979 6049 (seg. a sex. das 8h às 17h) ou envie um e-mail para doador@hemocentro.fmrp.usp.br

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Pesquisa identifica as principais tendências na descoberta e desenvolvimento de novos medicamentos para terapia genética

Um grupo multidisciplinar de pesquisadores das áreas de Administração, Medicina e Terapia Gênica acaba de publicar um artigo que identificou tendências tecnológicas com enfoque em terapias não-virais.

O trabalho intitulado “Emerging patent landscape for non-viral vectors used for gene therapy”, divulgado no dia 07 de fevereiro na revista Nature Biotechnology, busca explorar as terapias gênicas em desenvolvimento, projetar um panorama desse setor e entender os principais segmentos e suas tendências atuais. Para isso, são utilizadas ferramentas como “big data”, mineração de dados de estudos clínicos e de patentes.

A cooperação envolve profissionais do Centro de Terapia Celular da USP (CTC-USP), Dimas Tadeu Covas e Virginia Picanço e Castro, do Instituto Butantan, Cristiano Pereira, do Instituto de Estudos Avançados da USP Polo Ribeirão Preto (IEA-RP), Geciane Porto, da University of Patras – Grécia, Aglaia Athanassiadou, e da Purdue University College of Veterinary Medicine – EUA, Marxa Figueiredo.

Nos últimos anos, o setor de terapia genética experimentou um crescimento acelerado. Alguns produtos já estão no mercado e o sucesso deles marca uma transição da descoberta para a comercialização.

“O desafio de prever tendências em um campo em desenvolvimento são as limitações da literatura unidimensional, como o Pubmed, como fonte de informação. Outro problema resulta da quantidade de patentes (mais de 4.500) relacionadas a vetores não virais encontradas no banco de dados de patentes PatSnap, que abrange escritórios de todo o mundo. A leitura destes documentos não seria possível sem o uso de mineração de dados, análise de texto e distribuição de frequência de palavras para examinar as interações entre pessoas, grupos e organizações no campo da terapia genética e nos subcampos estudados”, explica Marxa Figueiredo, professora do Departamento de Ciências Médicas da Purdue University – EUA.

De acordo com Geciane Porto, vice-coordenadora da Agência USP de Inovação, “a  utilização de patentes em pesquisas de monitoramento tecnológico tem permitido a identificação de potenciais inovações, antes mesmo destas chegarem  ao mercado. O investimento no desenvolvimento de vetores não virais poderá no futuro disponibilizar tecnologias que possam proporcionar um maior acesso aos seus respectivos tratamentos, uma vez que os vetores virais apresentam grande complexidade regulatória para a sua aprovação.

Segundo Virginia Picanço e Castro, pesquisadora do CTC-USP, os bancos de dados de patentes são uma ferramenta abrangente e fornecem uma imagem mais precisa da tecnologia de ponta no campo da entrega de genes, em relação a pesquisas de literatura científica como o Pubmed.

“Neste trabalho, patentes relevantes foram analisadas, fornecendo conhecimentos que permitiram aos pesquisadores identificar um pequeno, porém altamente promissor ressurgimento de vetores não virais como atores desse setor econômico. Estudamos citações de patentes, temas de patentes, analisamos o conteúdo de textos e extraímos os termos mais frequentes nas últimas décadas e, nos últimos 5 anos, para detectar tendências emergentes”, destaca Castro.

Atualmente, a maioria dos ensaios de terapia gênica utiliza vetores baseados em vírus, devido à sua alta eficiência. No entanto, ainda existem alguns problemas de segurança, como a mutagênese insercional ou reações imunes provenientes do uso destes vetores. Além disso, o alto custo relacionado à produção viral, utilizado em ensaios em humanos, também é um desafio significativo a ser superado.

Com base na ideia de que um vetor ideal para terapia genética seria aquele que não está integrado ao genoma do hospedeiro, os sistemas vetoriais não integrantes representam uma alternativa atraente aos vetores virais. Outras vantagens incluem menos imunogenicidade, um aumento da capacidade de transporte genético e métodos de produção em larga escala relativamente mais fáceis.

“A possibilidade de usar vetores não virais, vetores epissomais, para terapia genética representa um dos campos mais interessantes e intrigantes da pesquisa. Certamente continuarão surgindo inovações para gerar sistemas usando vetores não virais, com o potencial de serem ampliados e se tornarem adequados para uso clínico”, conta Figueiredo.

Por essas razões, a pesquisa analisa o cenário emergente de patentes com foco em vetores não virais, com a lógica de que esses vetores são apropriados com a próxima geração a serem explorados em ensaios terapêuticos e clínicos emergentes. O usuário final são os pesquisadores que atuam diretamente no campo da entrega de genes, terapia genética ou outros interessados em modificar geneticamente as células de mamíferos de maneira persistente ou econômica, em relação aos produtos atuais em desenvolvimento no mercado.

“Em colaboração com a Purdue University e University of Patras estamos desenvolvendo vetores não virais que possam ser utilizados em terapia gênica e em breve pretendemos testar estes vetores na terapia com células CAR T. Nosso estudo reforça que a tendência tecnológica é o desenvolvimento de terapias mais seguras por meio de vetores não virais, diz Castro.

“O Brasil, recentemente, inovou nesta área com terapias avançadas para o tratamento do câncer com as células geneticamente modificadas CAR T e agora o nosso Centro se prepara para ingressar no campo das terapias gênicas. O trabalho contribui muito no sentido de apresentar o cenário mundial e permitir escolhas de rotas tecnológicas apropriadas”, afirma Covas, coordenador do CTC-USP.

O estudo corrobora na compreensão de um dos ativos mais importantes da biotecnologia e uma fonte confiável de informações, que é a propriedade intelectual. A análise das informações de patentes para ajudar a determinar onde e como pesquisadores individuais, universidades ou empresas devem fazer investimentos no futuro é fundamental para seus tomadores de decisão.

Melhores opções de vetores para produtos não virais continuam surgindo e os vetores não integrantes parecem estar passando por otimização e refinamento antes de entrar no pipeline para aplicações promissoras de ensaios clínicos ou pré-clínicos.

“Essa inovação pode ajudar os pesquisadores a identificar tecnologias emergentes em suas áreas e propor estudos que estão na fronteira do conhecimento. Além disso, ter uma visão geral das tendências de entrega de genes, ativada pelos métodos descritos em nosso artigo, pode promover um planejamento estratégico por parte de empresas e pesquisadores acadêmicos em relação a quais vetores eles podem optar por investir seus recursos”, afirma Figueiredo.

O artigo completo está disponível no link: https://go.nature.com/3742unH. Mais informações pelos e-mail: ctcusp@gmail.com ou pelo telefone (16) 2101-9350.

Texto: Eduardo Vidal – Revisão: Me. Fernanda Gisele Basso

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Casa da Ciência abre inscrições para orientadores no projeto “Pequeno Cientista”

Estão abertas, até o dia 05 de março, as inscrições para os pesquisadores e pós-graduandos interessados em participar do programa “Pequeno Cientista” da Casa da Ciência. Os orientadores acompanharão grupos de alunos do ensino básico por um projeto de iniciação científica.

Os encontros acontecem todas as quintas-feiras, das 15h30 às 17 horas, no Hemocentro de Ribeirão Preto, durante o 1º semestre deste ano. As atividades começam em março e terminam no início de julho com o Mural, um evento aberto ao público em que os estudantes são avaliados pelos resultados alcançados, nos moldes de um congresso científico.

A parceria é essencial para que as ações da Casa tenham sucesso neste 20º ano de existência. A proximidade entre o pesquisador e aluno faz toda a diferença.

O “Pequeno Cientista” é uma oportunidade de formação inicial ou continuada para pós-graduandos e demais pesquisadores nas práticas de orientação, docência, pesquisa e divulgação científica, tudo de maneira indissociável do compromisso social da Universidade (extensão).

De acordo com o interesse dos participantes, existe a possibilidade da produção de artigos científicos ou resultados para serem apresentados em congressos, além da iniciativa gerar certificado reconhecido em processos seletivos de agências de fomento, programas de pós-graduação e avaliações CAPES.

Os interessados devem conversar com a equipe pelo e-mail contato@casadaciencia.com.br ou pelo telefone (16) 2101-9308. Visite também o site www.casadaciencia.com.br.

 

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