Estoque de O negativo é insuficiente para atender um dia de demanda

Para atender os quase 140 hospitais de sua região, o Hemocentro de Ribeirão Preto precisa de ao menos 77 bolsas de sangue tipo O Negativo, mas nesta quinta-feira, 28, há apenas sete bolsas. O estoque é insuficiente para atender a demanda de um dia. Para piorar, a Instituição pediu ajuda as suas três unidades (Olímpia, Bebedouro e Batatais) e cinco núcleos (Taubaté, Araçatuba, Presidente Prudente, Fernandópolis e Franca) e nesses locais também há falta desse tipo sanguineo.

“Vamos entrar em um período de cinco dias críticos para todos os hemocentros do país em razão do Carnaval e um doador pode ajudar a até três pacientes que precisam desse tipo de sangue. Precisamos lembrar que no Carnaval as necessidades de pessoas que dependem de transfusão continuam”, afirma a assistente social, Marina Braga. Portanto, se você é O Negativo vá até um Hemocentro e faça sua doação de sangue.O doador pode se preferir pode agendar a doação pelo 0800.9796049.

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Visite o Celularium na “Feira da Imunidade e da Vacina” do Instituto Butantan

O Centro de Terapia Celular (CTC-USP) participa da primeira “Feira da Imunidade e da Vacina” do Instituto Butantan, em São Paulo. O evento será realizado nos dias 23 e 24 de fevereiro, das 10 às 16h, no Heliponto da instituição.

Os visitantes poderão conhecer o Celularium, um planetário inflável de 22m² que aguça a perspectiva do público diante do universo celular. O filme, exibido em 360° no seu interior, simula uma viagem de imersão pelos componentes de uma célula animal.

A exibição leva o viajante a mergulhar por um dos canais seletivos da membrana até o citoplasma, passando por organelas, núcleo celular e podendo participar da captura de partículas extracelulares pelo lisossomo.

A Feira científica tem entrada gratuita e conta com diversas atividades interativas para todas as idades. O principal foco é ressaltar a importância da vacinação e como as vacinas conseguem nos proteger contra vírus e bactérias que poderiam levar à morte.

Dentre as atrações, os participantes poderão utilizar microscópios com acompanhamento dos monitores, dialogar com painéis e objetos que explicam como o sistema imune funciona, saber como as vacinas são produzidas e quais os benefícios da imunização.

Para mais informações acesse o site imunidadeevacina.butantan.gov.br

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Cresce o volume de bolsas de sangue coletadas em janeiro

O número de bolsas de sangue coletadas no Hemocentro de Ribeirão Preto cresceu 6.25% em janeiro de 2019 em relação a igual período de 2018. Este ano, foram coletadas 2.412 bolsas, em janeiro do ano passado, 2.270.

É um bom começo, já que em 2018, o Hemocentro fechou o ano com 26.254 bolsas coletadas, 1.498 a menos do que em 2017, quando foram coletadas 27.752 bolsas de sangue.

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Leucemia Mielóide Aguda é tema de palestra internacional no Hemocentro RP

O pesquisador Thomas Winkler ministra a palestra “Mutated Isocitrate Dehydrogenase (IDH) 1 in Acute

 Myeloid Leukemia (AML) – An uptodate on research and target treatment”, no dia 31/01, às 11h, no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto.

O Especialista em Hematologia/Oncologia atua no National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI) doNational Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.

A Leucemia Mielóide Aguda (LMA) é um tipo de câncer que tem como característica a super produção de células imaturas, também conhecidas por blastos, tipos de glóbulos brancos responsáveis por combater as infecções.

O evento tem o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC-USP) e do Hemocentro RP. A participação é gratuita e não é necessário realizar inscrições.

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Mestrado em Bioinformática no Hemocentro RP com bolsa FAPESP

O Laboratório de Biologia Molecular do Hemocentro de Ribeirão Preto (FMRP-USP) oferece uma vaga de mestrado em bioinformática, com bolsa FAPESP, no projeto “Avaliação do impacto de vírus emergentes e re-emergentes em hemoterapia e transplante de células-tronco por meio de técnicas moleculares avançadas”.

O bolsista selecionado será responsável pela otimização e implementação de subprojetos para análise do metagenoma viral (filtragem de sequências, alinhamentos e designação taxonômica e montagem de genomas de novo) obtido a partir de plasma de vários grupos de pacientes e hemocomponentes.

O aluno receberá treinamento de pesquisadores do Instituto Pasteur, da França, e será orientado por Svetoslav Nanev Slavov, pesquisador responsável pelo projeto.

Os candidatos devem ter conhecimento básico de Linux; linguagens de programação Perl, Python e/ou R; banco de dados; e análise de dados de sequenciamento de nova geração.

Os interessados devem enviar currículo, até o dia 28 de fevereiro, para o e-mail svetoslav.slavov@hemocentro.fmrp.usp.br.

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Colaboradores do Hemocentro entregam alimentos à entidades

Os colaboradores do Hemocentro mantiveram a tradição de anos e recolheu alimentos para serem doados, no final do ano, à entidades assistenciais. Este ano receberam: ADEVIRP, Cantinho do Céu,  GAAC , CARIBE, Hospital de Retaguarda Francisco de Assis.

Foram doados:

103 litros de leite
 78 kg arroz
82 kg feijão
2 kg fubá
31 kg açúcar
47 litros de óleo
46 pacotes de macarrão
25 pacotes de molho de tomate
14 pacotes de bolacha
4 latas de ervilha
6 kg farinha de  trigo
1 pacote de torrada
1 leite em pó
6 gelatina em pó

 

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Cursos Hemocentro RP

Estão abertas as inscrições para os cursos de Medicina Transfusional e Hemoterapia Aplicada.                                                                                                                         

Para saber mais, escolha uma opção:

Curso de Medicina Transfusional

Curso de Hemoterapia Aplicada

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Pesquisa indica controle de esclerose múltipla com transplante autólogo de células-tronco

Pesquisadores do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto em parceria com pesquisadores da Suécia, Inglaterra e Estados Unidos (estudo mist)     confirmaram que o transplante autólogo de medula óssea (com células tronco do próprio paciente) promove  o controle da doença e melhora a qualidade de vida dos pacientes que sofrem de esclerose múltipla.

110 voluntários com esclerose múltipla participaram da pesquisa. 55 deles fizeram o transplante e 55 fizeram o tratamento convencional com medicamentos. Depois do transplante, os pacientes transplantados cessaram uso de medicações para esclerose múltipla.

Os pacientes transplantados apresentaram melhora neurológica (regressão da doença) e maior controle da doença após o transplante, enquanto que o grupo de pacientes tratados convencionalmente apresentou piora neurológica (progressão da doença) e pior controle da doença.

No primeiro ano pós-transplante, somente 3 (6%) dos pacientes transplantados apresentaram reativação da esclerose múltipla, enquanto que esse número foi de 33 (60%) no grupo de pacientes tratado convencionalmente.  Trinta paciente que encontravam-se no grupo tratado convencionalmente puderam mudar de grupo após o primeiro ano de acompanhamento, e foram transplantados. Esses pacientes também apresentaram melhora neurológica.

O HC de Ribeirão, por exemplo, já fez 90 transplantes com as verbas disponibilizadas a pesquisas e  2/3 responderam ao transplante, obtendo controle da atividade da esclerose múltipla, sendo que deste total, metade manteve a doença controlada e na outra metade houve progressão (mas em taxa menos acelerada do que a original) ao longo do tempo. Esses resultados não foram tão bons quanto os do estudo atual (acima) porque, a maioria desses pacientes foi transplantada na fase tardia, já degenerativa, da doença. O transplante funciona melhor nas fases mais precoces, inflamatórias da doença.

O sus ainda não oferece o transplante para pacientes com esclerose múltipla. O custo de uma transplante é de aproximadamente R$ 15 mil, enquanto o tratamento com medicação, dependendo do remédio, custa ao SUS cerca de R$ 15 mil a R$ 19 mil ao ano.

A doença – Na esclerose múltipla, as lesões nos neurônios causam distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. Entre os sintomas estão a perda da visão, dor, fadiga e comprometimento da coordenação motora e sensibilidade.

Isso acontece porque o sistema imunológico do corpo confunde células saudáveis com “intrusas”, e as ataca, provocando lesões. no transplante, as células tronco refazem o sistema imunológico, que deixa de atacar as células do próprio corpo. Os pacientes que fizeram o transplante e participaram do estudo mist continuam sendo acompanhados pelos pesquisadores.

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Pesquisador receberá prêmio por pesquisa sobre esclerose sistêmica

O pesquisador Lucas Arruda e a orientadora da pesquisa Maria Carolina Rodrigues  receberam  “Menção Honrosa do Prêmio CAPES de Tese de 2018 da área de CIÊNCIAS BIOLÓGICAS III pela tese – Estudo dos mecanismos imunológicos do transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas em pacientes com esclerose sistêmica”. O evento de entrega dos prêmios acontecerá em Brasília, no dia 13 de dezembro de 2018, no Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados.

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Cresce a doação de sangue na Rede Hemocentro RP

A Rede Hemocentro RP coletou 13.13% mais bolsas de sangue no primeiro semestre de 2018 do que o mesmo período de 2017.                                                                             

De janeiro a julho de 2018, foram coletadas 62.817 bolsas de sangue e nos seis primeiros meses de 2017 foram coletadas 55.525.

A expectativa da gerente de captação Mirian Castanheira “é de que no segundo semestre de 2018 o volume se mantenha em alta e feche o ano com número superior a 2017”. No ano passado, o Hemocentro RP coletou 93.092.

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