Casos de dengue aumentam no país. Atenção ao doar sangue.

O Ministério da Saúde divulgou um aumento de 264% dos casos de dengue no país. O número de óbitos pela doença cresceu 67%, com principal ocorrência no Estado de São Paulo.
 
A doação de sangue e hemocomponentes é proibida se o doador teve diagnóstico de Dengue, Chikungunya ou Zika nos últimos trinta dias.
 
Os colaboradores também não devem doar caso apresentem sintomas como febre, dor muscular, dor nas juntas, fraqueza, dor de cabeça, dor nos olhos, entre outros. 
 
Quem manteve relações sexuais com pessoas que nos últimos três meses tiveram diagnóstico ou suspeita de Zika não deve doar.
 
Se você apresentou manifestações do vírus até quatorze dias após a doação, por favor, avise o Hemocentro de Ribeirão Preto.
 
Ligue para 0800 979 6049. A ligação é gratuita.

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Estoque de O negativo é insuficiente para atender um dia de demanda

Para atender os quase 140 hospitais de sua região, o Hemocentro de Ribeirão Preto precisa de ao menos 77 bolsas de sangue tipo O Negativo, mas nesta quinta-feira, 28, há apenas sete bolsas. O estoque é insuficiente para atender a demanda de um dia. Para piorar, a Instituição pediu ajuda as suas três unidades (Olímpia, Bebedouro e Batatais) e cinco núcleos (Taubaté, Araçatuba, Presidente Prudente, Fernandópolis e Franca) e nesses locais também há falta desse tipo sanguineo.

“Vamos entrar em um período de cinco dias críticos para todos os hemocentros do país em razão do Carnaval e um doador pode ajudar a até três pacientes que precisam desse tipo de sangue. Precisamos lembrar que no Carnaval as necessidades de pessoas que dependem de transfusão continuam”, afirma a assistente social, Marina Braga. Portanto, se você é O Negativo vá até um Hemocentro e faça sua doação de sangue.O doador pode se preferir pode agendar a doação pelo 0800.9796049.

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Visite o Celularium na “Feira da Imunidade e da Vacina” do Instituto Butantan

O Centro de Terapia Celular (CTC-USP) participa da primeira “Feira da Imunidade e da Vacina” do Instituto Butantan, em São Paulo. O evento será realizado nos dias 23 e 24 de fevereiro, das 10 às 16h, no Heliponto da instituição.

Os visitantes poderão conhecer o Celularium, um planetário inflável de 22m² que aguça a perspectiva do público diante do universo celular. O filme, exibido em 360° no seu interior, simula uma viagem de imersão pelos componentes de uma célula animal.

A exibição leva o viajante a mergulhar por um dos canais seletivos da membrana até o citoplasma, passando por organelas, núcleo celular e podendo participar da captura de partículas extracelulares pelo lisossomo.

A Feira científica tem entrada gratuita e conta com diversas atividades interativas para todas as idades. O principal foco é ressaltar a importância da vacinação e como as vacinas conseguem nos proteger contra vírus e bactérias que poderiam levar à morte.

Dentre as atrações, os participantes poderão utilizar microscópios com acompanhamento dos monitores, dialogar com painéis e objetos que explicam como o sistema imune funciona, saber como as vacinas são produzidas e quais os benefícios da imunização.

Para mais informações acesse o site imunidadeevacina.butantan.gov.br

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Cresce o volume de bolsas de sangue coletadas em janeiro

O número de bolsas de sangue coletadas no Hemocentro de Ribeirão Preto cresceu 6.25% em janeiro de 2019 em relação a igual período de 2018. Este ano, foram coletadas 2.412 bolsas, em janeiro do ano passado, 2.270.

É um bom começo, já que em 2018, o Hemocentro fechou o ano com 26.254 bolsas coletadas, 1.498 a menos do que em 2017, quando foram coletadas 27.752 bolsas de sangue.

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Leucemia Mielóide Aguda é tema de palestra internacional no Hemocentro RP

O pesquisador Thomas Winkler ministra a palestra “Mutated Isocitrate Dehydrogenase (IDH) 1 in Acute

 Myeloid Leukemia (AML) – An uptodate on research and target treatment”, no dia 31/01, às 11h, no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto.

O Especialista em Hematologia/Oncologia atua no National Heart, Lung, and Blood Institute (NHLBI) doNational Institutes of Health (NIH), dos Estados Unidos.

A Leucemia Mielóide Aguda (LMA) é um tipo de câncer que tem como característica a super produção de células imaturas, também conhecidas por blastos, tipos de glóbulos brancos responsáveis por combater as infecções.

O evento tem o apoio do Centro de Terapia Celular (CTC-USP) e do Hemocentro RP. A participação é gratuita e não é necessário realizar inscrições.

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Mestrado em Bioinformática no Hemocentro RP com bolsa FAPESP

O Laboratório de Biologia Molecular do Hemocentro de Ribeirão Preto (FMRP-USP) oferece uma vaga de mestrado em bioinformática, com bolsa FAPESP, no projeto “Avaliação do impacto de vírus emergentes e re-emergentes em hemoterapia e transplante de células-tronco por meio de técnicas moleculares avançadas”.

O bolsista selecionado será responsável pela otimização e implementação de subprojetos para análise do metagenoma viral (filtragem de sequências, alinhamentos e designação taxonômica e montagem de genomas de novo) obtido a partir de plasma de vários grupos de pacientes e hemocomponentes.

O aluno receberá treinamento de pesquisadores do Instituto Pasteur, da França, e será orientado por Svetoslav Nanev Slavov, pesquisador responsável pelo projeto.

Os candidatos devem ter conhecimento básico de Linux; linguagens de programação Perl, Python e/ou R; banco de dados; e análise de dados de sequenciamento de nova geração.

Os interessados devem enviar currículo, até o dia 28 de fevereiro, para o e-mail svetoslav.slavov@hemocentro.fmrp.usp.br.

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Colaboradores do Hemocentro entregam alimentos à entidades

Os colaboradores do Hemocentro mantiveram a tradição de anos e recolheu alimentos para serem doados, no final do ano, à entidades assistenciais. Este ano receberam: ADEVIRP, Cantinho do Céu,  GAAC , CARIBE, Hospital de Retaguarda Francisco de Assis.

Foram doados:

103 litros de leite
 78 kg arroz
82 kg feijão
2 kg fubá
31 kg açúcar
47 litros de óleo
46 pacotes de macarrão
25 pacotes de molho de tomate
14 pacotes de bolacha
4 latas de ervilha
6 kg farinha de  trigo
1 pacote de torrada
1 leite em pó
6 gelatina em pó

 

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Cursos Hemocentro RP

Estão abertas as inscrições para os cursos de Medicina Transfusional e Hemoterapia Aplicada.                                                                                                                         

Para saber mais, escolha uma opção:

Curso de Medicina Transfusional

Curso de Hemoterapia Aplicada

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Pesquisa indica controle de esclerose múltipla com transplante autólogo de células-tronco

Pesquisadores do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto em parceria com pesquisadores da Suécia, Inglaterra e Estados Unidos (estudo mist)     confirmaram que o transplante autólogo de medula óssea (com células tronco do próprio paciente) promove  o controle da doença e melhora a qualidade de vida dos pacientes que sofrem de esclerose múltipla.

110 voluntários com esclerose múltipla participaram da pesquisa. 55 deles fizeram o transplante e 55 fizeram o tratamento convencional com medicamentos. Depois do transplante, os pacientes transplantados cessaram uso de medicações para esclerose múltipla.

Os pacientes transplantados apresentaram melhora neurológica (regressão da doença) e maior controle da doença após o transplante, enquanto que o grupo de pacientes tratados convencionalmente apresentou piora neurológica (progressão da doença) e pior controle da doença.

No primeiro ano pós-transplante, somente 3 (6%) dos pacientes transplantados apresentaram reativação da esclerose múltipla, enquanto que esse número foi de 33 (60%) no grupo de pacientes tratado convencionalmente.  Trinta paciente que encontravam-se no grupo tratado convencionalmente puderam mudar de grupo após o primeiro ano de acompanhamento, e foram transplantados. Esses pacientes também apresentaram melhora neurológica.

O HC de Ribeirão, por exemplo, já fez 90 transplantes com as verbas disponibilizadas a pesquisas e  2/3 responderam ao transplante, obtendo controle da atividade da esclerose múltipla, sendo que deste total, metade manteve a doença controlada e na outra metade houve progressão (mas em taxa menos acelerada do que a original) ao longo do tempo. Esses resultados não foram tão bons quanto os do estudo atual (acima) porque, a maioria desses pacientes foi transplantada na fase tardia, já degenerativa, da doença. O transplante funciona melhor nas fases mais precoces, inflamatórias da doença.

O sus ainda não oferece o transplante para pacientes com esclerose múltipla. O custo de uma transplante é de aproximadamente R$ 15 mil, enquanto o tratamento com medicação, dependendo do remédio, custa ao SUS cerca de R$ 15 mil a R$ 19 mil ao ano.

A doença – Na esclerose múltipla, as lesões nos neurônios causam distúrbios na comunicação entre o cérebro e o corpo. Entre os sintomas estão a perda da visão, dor, fadiga e comprometimento da coordenação motora e sensibilidade.

Isso acontece porque o sistema imunológico do corpo confunde células saudáveis com “intrusas”, e as ataca, provocando lesões. no transplante, as células tronco refazem o sistema imunológico, que deixa de atacar as células do próprio corpo. Os pacientes que fizeram o transplante e participaram do estudo mist continuam sendo acompanhados pelos pesquisadores.

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Pesquisador receberá prêmio por pesquisa sobre esclerose sistêmica

O pesquisador Lucas Arruda e a orientadora da pesquisa Maria Carolina Rodrigues  receberam  “Menção Honrosa do Prêmio CAPES de Tese de 2018 da área de CIÊNCIAS BIOLÓGICAS III pela tese – Estudo dos mecanismos imunológicos do transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas em pacientes com esclerose sistêmica”. O evento de entrega dos prêmios acontecerá em Brasília, no dia 13 de dezembro de 2018, no Associação dos Servidores da Câmara dos Deputados.

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