.:DEPOIMENTOS


Conte sua história
Se você é doador de sangue, agente conscientizador, multiplicador ou parceiro e faz parte da Rede Social Hemocentro de Ribeirão Preto envie seu depoimento!

Nosso e-mail: redesocial@hemocentro.fmrp.usp.br

Para participar não esqueça de enviar os seus dados cadastrais (nome; telefone; e-mail; cidade; unidade hemoterápica mais próxima). Consulte nossos endereços.

 

"Pacientes com hemofilia também dependem das doações de sangue, para retirar dele o fator, que nos hemofílicos não produz, no meu caso o fator VIII, descobri com 1 ano de idade e desde então sempre preciso do fator. Todas as pessoas qu epuderem doar é muito importante para muitas pessoas com diferentes tipos de problemas. Obrigado". Bruno M. R., 11 anos

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"Eu não sabia da importância de uma bolsa de sangue ate descobrir que tinha Leucemia. Logo na primeira internação, recebi três bolsas por causa da anemia profunda. Perdi a conta de quantas transfusões eu fiz durante o tratamento.
A doação de sangue é a única solução, não existe remédio que a substitua. Inúmeras vezes eu esperei por horas ate que o meu tipo de sangue fosse encontrado, isso porque o número de doadores no país ainda é baixo.
Peço que doe sangue. Você estará salvando muitas vidas, como a minha...se não fossem os doadores, talvez eu não teria feito esse depoimento.
Doe sangue. Nós precisamos e quem sabe um dia, alguém da sua família, também precisará!".
Márcia Moraes, 28 anos
“Tenho 29 anos de idade. Há 28 anos recebo transfusão de sangue. Sofro de uma doença hereditária chamada anemia crônica. A cada 3 semanas necessito de transfusão de sangue. Essas pessoas, doadores, são meus irmãos de sangue. O sangue de outra pessoa totalmente estranha me ajuda a viver. É espetacular. Infelizmente muita gente não tem essa consciência. Não tenho palavras pra definir a gratidão. Procuro retribuir através de minhas atitudes no dia-a-dia. Praticar o bem, uma corrente de bem. Essas pessoas são verdadeiros heróis.” Luiz.
“Há 19 anos meu filho vem ao Hemocentro. Ele sofre de uma doença chamada Talassemia. Um mês depois de detectada a doença ele começou a receber transfusão de sangue. Também toma um remédio importado (Desferol), que graças a Deus é disponibilizado pelo SUS, para tirar o ferro do sangue. Volta ao Hemocentro uma vez por mês, exceto quando começa a haver complicações antes disso. O fator vida pra ele é o sangue. Graças a doação ele consegue trabalhar, levar uma vida normal. O preço da gratidão aos doadores não existe. Peço a Deus que abençoe todos os doadores de sangue. Nossa gratidão é eterna.” Júnior.
“Dependo do sangue como se fosse um carro. Eu brinco que vou ao Hemocentro abastecer. Recebo plaqueta toda semana e sangue a cada 3 semanas. Penso no doador como aquele que está me mantendo viva. O sangue de um doador proporciona minha vida a cada 15 dias. Tenho anemia aplástica. Necessito de um doador de medula. A gente que precisa é muito grata aos doadores. Eu não os conheço, mas Deus deve conhecer. O doador não tem idéia do quanto o sangue é importante pra gente. O sangue não sobra, utilizamos tudo. Muitas pessoas hoje não doam por não saber da importância desse ato de amor. A doação de sangue permite que eu passe bons momentos com a minha filha. Eu sempre falo pras pessoas: - Não deixe pra dar valor ao seu sangue somente quando você precisar. Ele é muito valioso.” Flávia.
“Eu morava em Brasília – DF. Era uma pessoa normal. Nenhum problema de saúde. Há 4 anos descobri que tinha anemia aplástica e tive que abandonar minha casa e me mudar pra Ribeirão Preto, pra ficar perto do Hemocentro. Toda semana recebo transfusão de plaquetas; e de sangue a cada 15 dias. Essas pessoas que doam o sangue estão salvando a vida de pessoas que elas nem conhecem. Se não fossem eles, seria difícil a gente que precisa, sobreviver. Sou muito grato aos doadores de sangue. Se não fossem eles, eu estaria debaixo da terra. Eu moro, bem dizer, aqui no Hemocentro.” Abel.
“Esse é um testemunho de vida. Com 14 anos de idade, descobri que tinha uma doença chamada anemia aplástica (medula passa a produzir somente 10% da quantidade de sangue necessária para a vida). Naquela época, 1972, não havia separação de plaquetas. O sangue era transfundido direto do doador ao paciente. Após um rápido tratamento, obtive melhoras e pude viver normalmente. Tive 2 filhos. Em 2003, ao fazer um simples exame de saúde para sair de férias do trabalho, os médicos constataram que a medula não estava funcionando normalmente. Desde então, necessito de doações de plaquetas quase todos os dias; e sangue a cada vinte dias. O doador, na maioria das vezes desconhecido, é a maior prova de amor que existe. Eu não esqueço deles nas minhas orações. Se não fosse o sangue e as plaquetas que recebo de desconhecidos, hoje eu não estaria viva. Eles doam a vida pra nós.” Alaíde.
 
 

 



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