Notícia

Da pesquisa à regulação da Anvisa: o caminho das terapias avançadas no Brasil

O II Colóquio Nutera chega à sua quinta e última sessão, intitulada “Desafios da implementação de um programa de terapia celular”. A abertura ficou a cargo do Dr. João Batista Silva Jr., responsável pela Gerência de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a palestra “Visão da Agência Regulatória quanto às Terapias Avançadas”.

O servidor público é graduado em Farmácia-Bioquímica pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG); especialista em Vigilância Sanitária (Fiocruz), Regulação em Sangue, Tecidos, Células e Órgãos (Unesp) e em Gestão (Hospital Sírio-Libanês). É também mestre em Saúde Coletiva e doutor em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Brasília (UnB).

Durante a apresentação, destacou o caminho percorrido até o registro dos diferentes produtos de terapias avançadas. Entre 2018 e 2024, 50 ensaios clínicos foram avaliados pela Anvisa, em caráter observacional ou intervencional, sendo 16% com patrocinador nacional. Atualmente, há 17 produtos ativos de terapia gênica registrados em ensaios clínicos, para diferentes doenças.

A Anvisa é a primeira instância regulatória para aprovação dos produtos/serviços. Após essa etapa, ocorre a definição de preços e, em seguida, a análise para incorporação ao sistema público, via SUS, ou ao sistema privado. O órgão federal tem como objetivo garantir a eficácia, a segurança e a qualidade.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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Volume de candidatos a doadores de medula óssea cresceu 20,61%

Entre 2023 e 2024, houve aumento de aproximadamente 20,61%, elevando o total de candidatos de 7.879 para 9.503. Esse crescimento indica retomada do interesse e engajamento na causa da doação.

Olhando para o período anterior, entre 2022 e 2023, já se observava uma tímida retomada, com um aumento de cerca de 7,34%, passando de 7.340 para 7.879 candidatos.

Estes números interrompem um período de queda no volume de candidatos. De 2019 para 2020, houve uma queda de aproximadamente 27,85%. Essa tendência de queda persistiu, com uma redução de cerca de 13,90% entre 2020 e 2021, e um declínio ainda mais acentuado de aproximadamente 34,38% entre 2021 e 2022.

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CAR-T em doenças neurológicas: evidências e estudos em andamento

Dando continuidade à quarta sessão do II Colóquio Nutera, intitulada “Expandindo as indicações — CAR-T em doenças imunomediadas”, o Prof. Dr. Diego Villa Clé ministrou a palestra “CAR-T em doenças neurológicas”, na qual abordou estudos em andamento sobre esclerose múltipla, miastenia gravis e neuromielite óptica.

O professor é médico hematologista, leciona na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) e coordena o Núcleo de Terapia Avançada (Nutera RP). Ele também lidera o estudo clínico CARTHEDRALL, que utiliza células CAR-T produzidas no Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP.

Durante a apresentação, o pesquisador mostrou como o uso das células CAR-T tem aberto novas possibilidades de tratamento para doenças neurológicas, especialmente em pessoas que não respondem aos procedimentos convencionais. As propostas ainda estão em fase inicial, com destaque para ensaios realizados na China e nos Estados Unidos, mas os primeiros resultados são promissores.

Esclerose múltipla, miastenia gravis e neuromielite óptica são doenças autoimunes, ou seja, ocorrem quando o próprio sistema de defesa do corpo ataca partes do organismo. A esclerose múltipla afeta o cérebro e a medula espinhal, causando sintomas como fraqueza, cansaço e problemas de visão. A miastenia gravis prejudica a comunicação entre nervos e músculos, levando à fraqueza muscular. Já a neuromielite óptica atinge principalmente os nervos dos olhos, podendo causar perda de visão.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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Os 10 maiores hospitais consumidores de bolsas de sangue

O Hospital das Clínicas – campus – continua sendo a Instituição que mais consome as bolsas de sangue coletadas pela rede Hemocentro RP. Em 2024, o HC utilizou 15.944, enquanto em 2023 foram utilizadas 15.241, aumento de 4.61%.

A Santa Casa de Araçatuba registrou um aumento expressivo, saltando de 10.742 para 12.237 bolsas utilizadas, representando um crescimento de 13,92%.

O Hospital das Clínicas – Unidade de Emergência acompanhou essa alta, com aumento de 6,70%, passando de 7.907 para 8.437 bolsas de sangue utilizadas. A Santa Casa de Franca também apresentou um aumento no uso de bolsas de sangue, com um crescimento de 11,51%, de 6.854 para 7.643.

A Santa Casa de Ribeirão Preto também apresentou um crescimento de 3,70%, com o uso de bolsas de sangue subindo de 5.804 para 6.019. A Santa Casa de Votuporanga registrou aumento de 15,09%, com a utilização de 3.476 para 3.992 bolsas. O Hospital F. Malzoni, em Matão, registrou aumento 15,26%, passando de 2.863 para 3.301 bolsas utilizadas.

Nem todos os hospitais apresentaram aumento no consumo. O Hospital São Camilo, em Presidente Prudente, registrou uma diminuição de 6,73% no uso de bolsas de sangue, caindo de 8.365 em 2023 para 7.802 em 2024. O Hemocentro também apresentou uma leve retração de 7,49%, com a utilização diminuindo de 6.380 para 5.902 bolsas.

2023

2024

HC – Campus

15.241

15.944

Sta Casa Araçatuba

10.742

12.237

HC – Unidade Emergência

  7.907

  8.437

São Camilo – P. Prudente

  8.365

  7.802

Sta Casa Franca

  6.854

  7.643

Sta Casa R. Preto

  5.804

  6.019

Hemocentro

  6.380

  5.902

Sta Casa Votuporanga

  3.476

  3.992

F. Malzoni – Matão

  2.863

  3.301

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Terapia celular além do câncer: CAR-T em doenças imunomediadas!

A quarta sessão do II Colóquio Nutera, intitulada “Expandindo as indicações—CAR-T em doenças imunomediadas”, mudou o foco onco-hematológico para discutir o uso da terapia celular em doenças reumatológicas e neurológicas. A Profa. Dra. Maria Carolina de Oliveira Rodrigues ministrou a palestra “CAR-T em doenças reumatológicas”, onde abordou estudos com o lúpus eritematoso sistêmico, a miopatia inflamatória e a esclerose sistêmica.

Docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), coordenadora do programa de pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada e pesquisadora principal do CTC-USP, a cientista possui ampla experiência em iniciativas na área de terapia celular para doenças autoimunes e inflamatórias.

O Hemocentro de Ribeirão Preto vai receber um investimento de mais de R$ 7 milhões para a realização de um estudo clínico com foco no tratamento do lúpus eritematoso sistêmico, por meio de células CAR-T. A proposta foi aprovada no fim de 2024, com a maior nota entre os participantes da chamada “Genômica e Saúde Pública de Precisão”, promovida pelo CNPq, Genomas Brasil, Ministério da Saúde e Governo Federal, e deve ser iniciada nos próximos anos.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o lúpus eritematoso sistêmico é uma doença inflamatória crônica, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (ao longo de meses) ou mais rapidamente (em semanas), alternando entre fases de atividade e remissão.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera): “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes” foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto, e reuniu renomados pesquisadores, que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o encontro foi gravado na íntegra e, agora, será divulgado em série no canal do YouTube do Hemocentro de Ribeirão Preto.

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Processo Seletivo Unificado de Pós-Graduação da FMRP-USP: 1º semestre de 2026

A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) abre, no dia 25 de agosto, as inscrições para os cursos de Mestrado, Doutorado e Doutorado Direto em 12 programas de pós-graduação. Clique aqui para acessar o edital completo.

🧪 Áreas disponíveis:
Bioquímica | Fisiologia | Genética | Ginecologia e Obstetrícia | Imunologia Básica e Aplicada | Gestão de Organizações de Saúde | Biologia Celular e Molecular | Farmacologia | Clínica Médica | Nutrição | Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular | Saúde Pública

📅 Período de inscrição:
De 25/08/2025 (a partir das 12h) até 05/09/2025 (até às 12h)

💰 Taxa de inscrição: R$ 219
🆓 Pedidos de isenção/redução da taxa: de 13 a 19/08/2025
📑 Informações disponíveis no site da FUVESTfuvest.br/fmrpusp

🛜 Aplicação da prova:
A prova será realizada on-line, no dia 09/11/2025 (domingo), às 9h, com duração de 2 horas. Caso o programa exija uma segunda prova, ela será aplicada no mesmo dia, às 14h, também com duração de 2 horas.


🧬 Programa: Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular

Este programa está fortemente integrado a centros de pesquisa de excelência, como:

Essas instituições são sediadas no Hemocentro de Ribeirão Preto e contam com o apoio do Hospital das Clínicas da FMRP-USP (HCFMRP-USP).

📌 Vagas específicas:

  • Mestrado:
    ▸ 11 vagas (Ampla Concorrência)
    ▸ 1 vaga (Ação Afirmativa)

  • Doutorado/Doutorado Direto:
    ▸ 4 vagas (Ampla Concorrência)
    ▸ 1 vaga (Ação Afirmativa)

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Células CAR-NK no combate ao câncer: inovação brasileira em evidência na Pesquisa Fapesp

Uma nova geração de terapias celulares está ganhando força: as CAR-NK, desenvolvidas a partir dos linfócitos NK (natural killers), que já atacam tumores de forma natural.

A reportagem da última edição da Revista Pesquisa Fapesp mostra como cientistas brasileiros, do Hemocentro de Ribeirão Preto, da USP e do Hospital Israelita Albert Einstein, estão desenvolvendo essa alternativa promissora para combater leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.

Ao contrário das células CAR-T, as CAR-NK podem ser obtidas de doadores saudáveis, armazenadas e utilizadas por diferentes pacientes, um verdadeiro “tratamento de prateleira”.

Com apoio da FAPESP, os pesquisadores se dedicam à produção e ao aprimoramento dessa imunoterapia, que têm se mostrado uma opção acessível, menos tóxica e com bons resultados em testes de laboratório.

O grupo do Hemocentro RP, coordenado pela Dra. Virginia Picanço e Castro, se prepara para dar o próximo passo: concluir os estudos pré-clínicos e solicitar à Anvisa a liberação para um ensaio clínico de fase 1.

📌 Clique aqui e leia a reportagem completa!

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Pesquisa Fapesp destaca avanço da terapia CAR-T nacional, com recrutamento de pacientes aberto

A Revista Pesquisa Fapesp publicou uma reportagem completa e rica em informações sobre o Estudo Clínico CARTHEDRALL, que utiliza a inovadora terapia celular CAR-T, desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan. A iniciativa está em sua segunda fase, após aprovação da Anvisa. Clique aqui e confira a matéria!

A pesquisa tem como objetivo tratar 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B (LLA) ou linfoma não Hodgkin de células B refratários, utilizando células CAR-T produzidas no Núcleo de Terapia Avançada de Ribeirão Preto (Nutera RP). A meta é oferecer futuramente esse tratamento de forma gratuita pelo SUS.

A boa notícia é que o recrutamento de pacientes já está aberto nos cinco centros de referência onde o estudo é conduzido e, no momento, não há filas de espera para participar. Os centros são:

• Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), em Ribeirão Preto;
• Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas;
• Hospital das Clínicas da FMUSP, Hospital Sírio-Libanês e Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

O contato com os centros deve ser feito exclusivamente pelos médicos responsáveis pelos pacientes. Mais informações: https://nuterarp.org/pacientes/

Atenção: o CAR-T produzido no Nutera RP é específico para combater um alvo chamado CD19, uma proteína presente nos dois cânceres hematológicos citados acima. Dessa forma, esta imunoterapia não é eficaz para outros tipos de câncer.

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As células NK e o desafio do combate à leucemia mieloide aguda

“É desafiador tratar pacientes com diagnóstico de leucemia mieloide aguda (LMA) recidivada/refratária (quando a doença retorna e não responde ao tratamento inicial).” Foi assim que a Dra. Lucila Kerbauy, coordenadora médica da Terapia Celular Avançada do Hospital Israelita Albert Einstein, iniciou sua segunda participação no II Colóquio Nutera, desta vez com o tema “Novos tipos celulares”.

No entanto, como destacado em outras palestras do evento, o cenário da terapia celular traz novas perspectivas para o combate e o tratamento da doença. Esse tipo de câncer afeta as células da medula óssea, levando à produção descontrolada de glóbulos brancos, que acabam substituindo as células saudáveis e causando sintomas como fadiga, infecções frequentes e sangramentos.

As células NK (Natural Killer) são uma poderosa arma do nosso organismo no ataque a infecções e outras ameaças, devido à sua citotoxicidade inata, capacidade natural de reconhecer e destruir células anormais. Na palestra “Células NK não-modificadas para LMA”, a pesquisadora destacou algumas vantagens da imunoterapia, entre elas o caráter alogênico, quando o procedimento utiliza células de doadores saudáveis e prontas para uso, e a eliminação da doença do enxerto contra o hospedeiro, uma condição grave que ocorre quando as células-tronco do doador atacam o organismo do receptor.

Além disso, a engenharia genética também tem mostrado resultados pré-clínicos promissores em cânceres hematológicos, tumores sólidos e infecções virais, com maior eficácia e menos efeitos colaterais.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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Novos tipos celulares ampliam as fronteiras da imunoterapia!

Os “Novos tipos celulares” no enfrentamento do câncer são o tema da terceira sessão de palestras do II Colóquio Nutera. A Dra. Virginia Picanço e Castro, coordenadora técnico-científica do Hemocentro de Ribeirão Preto, apresenta os avanços alcançados com as células CAR-NK.

As células NK (Natural Killer) são uma poderosa arma do nosso organismo no combate a infecções e ameaças. Elas têm o potencial de causar menos reações adversas do que os linfócitos T (utilizados na produção das células CAR-T).

As pesquisas com células CAR-NK (modificação genética das células NK para combater um alvo específico) têm demonstrado importantes respostas antitumorais. À frente do Laboratório de Biotecnologia, a Dra. Virginia é uma das responsáveis por trazer novos avanços à área, com o desenvolvimento de um vetor de quarta geração que potencializa a eficácia da terapia.

A iniciativa pode oferecer um complemento ao tratamento com células CAR-T, já em estudo clínico. A abordagem alogênica, ou seja, quando o procedimento utiliza células de doadores saudáveis e prontas para uso, permite um acesso mais rápido e seguro ao tratamento. Isso tem impacto positivo, especialmente para pacientes que não podem aguardar a produção das células CAR-T (personalizadas, de custo elevado e produção complexa), pois já se encontram em estado grave ou não possuem células T em bom estado.

Investimento em inovação, com retorno para o SUS

O Hemocentro de Ribeirão Preto, com o apoio do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), vai receber um investimento de quase R$ 50 milhões para o desenvolvimento da imunoterapia, com o objetivo de implantar um estudo clínico voltado ao tratamento de leucemias e linfomas. O incentivo foi aprovado em edital pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Finep e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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