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4ª Reunião Científica do INCT-TOP aborda nova estratégia para melhorar o tratamento do AVC isquêmico

A 4ª Reunião Científica do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Oncológica de Precisão (INCT-TOP), realizada no dia 28 de agosto, no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto, abordou o tema “Tirofibana como terapia adjuvante à trombectomia mecânica no acidente vascular cerebral isquêmico agudo: ensaio clínico randomizado de fase 2”.

O trabalho foi desenvolvido pelo pesquisador e médico assistente do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP) Luís Henrique de Castro Affonso, sob a supervisão do Prof. Dr. Daniel Giansante Abud, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

A trombectomia mecânica é um procedimento utilizado para retirar o coágulo que bloqueia uma artéria do cérebro durante um AVC isquêmico. Embora o tratamento consiga restabelecer o fluxo de sangue em muitos casos, nem sempre a circulação cerebral é completamente recuperada.

A pesquisa vai avaliar se a tirofibana, um medicamento que reduz a formação de novos coágulos, pode ser usada como complemento à trombectomia para melhorar a circulação do sangue no cérebro.

O estudo será realizado na Unidade de Emergência do HCFMRP-USP e deverá incluir 66 pacientes. Os pesquisadores vão comparar candidatos que receberão uma dose única do medicamento com aqueles que seguirão apenas o tratamento padrão.

O objetivo é verificar se a tirofibana pode melhorar a recuperação do fluxo sanguíneo e contribuir para uma recuperação neurológica mais efetiva, sem aumentar de forma significativa o risco de sangramento. Os resultados poderão ajudar no desenvolvimento de novas estratégias para o tratamento do AVC isquêmico.

O evento foi organizado em parceria com o Departamento de Imagens Médicas, Hematologia e Oncologia Clínica (RIO) da FMRP-USP.

O INCT-TOP é uma rede interdisciplinar de pesquisa que reúne especialistas das áreas de ciências básicas, pré-clínicas e clínicas, com foco na identificação de novos alvos terapêuticos, no desenvolvimento de terapias personalizadas e na implementação de estratégias inovadoras em Medicina de Precisão.

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O Conselho de Curadores reconduz o professor Rodrigo Calado e a professora Fabíola Traina para a direção do Hemocentro por mais quatro anos

O Conselho de Curadores da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto (Fundherp) aprovou ontem a recondução do professor doutor Rodrigo do Tocantins Calado De Saloma Rodrigues para o cargo de diretor-presidente executivo e da professora doutora Fabíola Traina como diretora técnico-científica para um novo mandato de quatro anos, durante a 169ª sessão ordinária do órgão.

A decisão garante a continuidade da gestão no período de 01/09/2026 a 31/08/2030, reforçando o compromisso com a excelência nas atividades assistenciais, de pesquisa, ensino e inovação desenvolvidas pela equipe do Hemocentro. Com a renovação, o conselho demonstra reconhecimento do trabalho sério, dedicado e de excelência que toda a equipe da Fundação Hemocentro vem desempenhando ao longo dos últimos anos.

Presidente – O professor Rodrigo Calado é graduado em medicina (1997), doutor em clínica médica (2003) pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e médico hematologista e hemoterapeuta (2001) pelo Hospital das Clínicas da FMRP-USP. Fez pós-doutorado nos National Institutes of Health, em Bethesda, Maryland, EUA, onde também trabalhou como staff scientist do Hematology Branch até 2011. O interesse em pesquisa é focado no estudo dos mecanismos da falência da célula-tronco hematopoética e de novas formas de tratamento, incluindo as imunoterapias e terapias celulares avançadas. Descreveu, pela primeira vez, mutações no gene da telomerase em doenças humanas (anemia aplástica e leucemia aguda) como fator predisponente.

Demonstrou como os hormônios podem regular a atividade da telomerase e ser usados como tratamento. Também demonstrou como o encurtamento telomérico pode causar doença hepática e hematopoese clonal. Foi chair do Subcommittee on Emerging Gene and Cell Therapies da American Society of Hematology (2021). Também foi coordenador da Medicina II da Capes e coordenador de Área da Saúde I da Fapesp. Foi pró-reitor de pós-graduação da Universidade de São Paulo de 2023 a 2026. Atualmente é diretor-presidente da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto e presidente do Conselho Científico do Institut Pasteur de São Paulo.

Diretora – A professora Fabíola Traina graduou-se em medicina pela UNICAMP (1997), onde também realizou a residência médica em hematologia e hemoterapia (1998-2000) e transplante de medula óssea (2001), com treinamento complementar em transplante de medula óssea na Seattle Cancer Cell Alliance (Seattle, EUA) (2003). Obteve seu doutorado em fisiopatologia médica pela Universidade Estadual de Campinas (2007) e pós-doutorado na Cleveland Clinic (Ohio, EUA) (2011). Trabalhou como hematologista e pesquisadora colaboradora na UNICAMP entre 2004 e 2013. Em 2013, assumiu o cargo de professor doutor do Departamento de Clínica Médica na FMRP USP.

Atualmente, é professora titular (MS-6) e vice-chefe do Departamento de Imagens Médicas, Hematologia e Oncologia Clínica da FMRP USP, coordenadora e supervisora do Centro de Transplante de Medula Óssea do HC FMRP USP e diretora técnico-científica do Hemocentro de Ribeirão Preto. Além da dedicação ao ensino de graduação, pós-graduação e às atividades de extensão, atua na pesquisa.

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Pesquisa do Hemocentro RP desenvolve nova estratégia para potencializar células CAR-NK contra o câncer

Uma nova estratégia de terapia celular pode ajudar a tornar as células CAR-NK mais eficientes no combate a leucemias e linfomas de células B. A proposta combina o ataque direto às células tumorais com uma segunda função: reduzir a capacidade do próprio sistema imunológico de bloquear a ação das células terapêuticas.

No estudo “Coexpression of GITRL confers resistance to Treg cell-mediated immunosuppression to anti-CD19 CAR-NK cells”, publicado na revista Frontiers in Immunology, pesquisadores do Laboratório de Biotecnologia do Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP, coordenados pela Dra. Virginia Picanço e Castro, desenvolveram células CAR-NK anti-CD19 modificadas para produzir uma molécula chamada GITRL. Por isso, elas foram denominadas CAR19-GITRL-NK.

As células NK, sigla para natural killer (“assassinas naturais”), fazem parte do sistema imunológico e têm a capacidade de reconhecer e destruir células anormais. Na terapia CAR-NK, essas células são geneticamente modificadas para receber um receptor quimérico de antígeno (CAR), que funciona como um sistema de reconhecimento capaz de direcioná-las contra determinados alvos presentes nas células tumorais.

🎯 Neste caso, o alvo escolhido foi a molécula CD19, encontrada em células B malignas, presentes em algumas formas de leucemia e linfoma.

Um segundo desafio: o ambiente do tumor

Um dos obstáculos para as terapias celulares contra o câncer é o chamado microambiente tumoral. Além das próprias células cancerígenas, esse ambiente contém células e moléculas que podem diminuir a resposta imunológica.

Entre elas estão as células T reguladoras (Tregs), cuja função normal é controlar a intensidade das respostas do sistema imunológico. No câncer, porém, elas podem contribuir para a supressão da resposta antitumoral, dificultando a ação das células terapêuticas.

🔎 Foi justamente esse problema que os pesquisadores buscaram enfrentar.

Ao adicionar o GITRL às células CAR-NK, a estratégia busca interferir na atividade das células T reguladoras. O GITRL interage com o receptor GITR, encontrado em níveis elevados nas Tregs, podendo modificar sua função.

Assim, as células CAR-NK passam a apresentar duas características complementares: reconhecer e destruir as células tumorais e, ao mesmo tempo, enfrentar um dos mecanismos que podem impedir sua atuação.

Células mais preparadas para combater o tumor

Os experimentos mostraram resultados promissores. As células CAR19-GITRL-NK apresentaram maior capacidade de expansão e alterações metabólicas associadas a um funcionamento mais eficiente.

A abordagem poderá contribuir para o desenvolvimento futuro de terapias celulares mais potentes contra leucemias e linfomas de células B, ampliando o potencial das tecnologias baseadas em células NK geneticamente modificadas.

📺 Assista abaixo ao depoimento gravado pela Dra. Dayane Schmidt, uma das autoras do estudo, para a TV Hemocentro RP, e saiba mais!

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Referência mundial em anemia falciforme ministra palestra no Hemocentro RP

O Prof. Dr. Jacques Elion, da Université Paris Cité (França), ministrou a palestra “Anemia Falciforme: da origem genética à busca pela cura” no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto, no dia 4 de agosto.

A apresentação abordou a evolução da fisiopatologia e do manejo da anemia falciforme, destacando como a integração entre prevenção, medicina de precisão e abordagens curativas pode transformar os resultados clínicos dos pacientes.

O Dr. Elion é reconhecido internacionalmente por seus estudos em genética molecular e doença falciforme, com ampla experiência em pesquisa, assistência e cooperação internacional, especialmente na África, no Caribe, na Índia e no Brasil. Sua trajetória inclui atuação em instituições de referência na França e nos Estados Unidos. Além disso, é parceiro de longa data da USP e do Hemocentro de Ribeirão Preto.

A doença falciforme é uma condição genética que provoca alterações nos glóbulos vermelhos (hemácias), fazendo com que eles assumam o formato de uma foice. Está entre as doenças genéticas mais prevalentes no Brasil.

Os pacientes sofrem com infecções recorrentes, que representam uma das principais causas de morbidade, especialmente entre as crianças. Além da inflamação crônica, acompanhada por episódios de dor, os portadores apresentam desregulação do sistema imunológico.

Recentemente, no dia 31 de julho, o pesquisador francês foi o convidado da 5ª Conferência FAPESP 2026. Clique aqui para assistir à palestra na íntegra.

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Dr. Rodrigo Calado comenta os resultados e os desafios da terapia CAR-T brasileira

🇧🇷 A ciência brasileira avança no combate ao câncer.

Em entrevista à coluna Bastidor CBN Ribeirão, o presidente da Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto, Dr. Rodrigo T. Calado, explicou como a tecnologia CAR-T utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para identificar e eliminar células cancerígenas.

A conversa também abordou o Estudo Clínico CARTHEDRALL, os desafios para ampliar a aplicação da terapia a outros tipos de câncer e doenças autoimunes, como o lúpus, além da expectativa de reduzir custos e tornar o tratamento acessível pelo SUS após aprovação da Anvisa.

🎧 Clique aqui para ouvir a entrevista completa e conhecer essa inovação desenvolvida no Brasil.

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Terapia CAR-T nacional é destaque na 2ª Reunião Científica do INCT-TOP

A terapia CAR-T, desenvolvida pelo Hemocentro de Ribeirão Preto em parceria com o Instituto Butantan, apresentou mais de 87% de eficácia em casos graves de leucemia e linfoma. O resultado ratifica a importância da continuidade do Estudo Clínico CARTHEDRALL na busca por um tratamento acessível e gratuito para os brasileiros.

A iniciativa foi tema da 2ª Reunião Científica do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Oncológica de Precisão (INCT-TOP), com a médica Camila Derminio Donadel, realizada no dia 26/06, no Anfiteatro Vermelho do Hemocentro de Ribeirão Preto.

O CARTHEDRALL é um ensaio clínico de fase 1/2, multicêntrico, conduzido para avaliar a segurança e a eficácia da terapia celular CAR-T anti-CD19 no tratamento da Leucemia linfoide aguda de células B (LLA) ou linfoma não-Hodgkin de células B refratários, com vistas à aprovação e disponibilização no Sistema Único de Saúde (SUS).

O evento foi organizado em parceria com o Departamento de Imagens Médicas, Hematologia e Oncologia Clínica (RIO) da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP). As reuniões têm como objetivo integrar pesquisadores, especialistas de laboratório, alunos de iniciação científica, pós-graduação e pós-doutorado para a apresentação e discussão de resultados, fortalecendo a integração entre os grupos envolvidos.

O INCT-TOP é uma rede interdisciplinar de pesquisa que reúne especialistas em ciências básicas, pré-clínicas e clínicas, com foco na descoberta de novos alvos terapêuticos, no desenvolvimento de terapias personalizadas e na implementação de estratégias inovadoras em Medicina de Precisão.

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Você conhece a hemofilia? Série do Hemocentro RP revela histórias, desafios e conquistas!

Hoje, 17 de abril, é o Dia Mundial da Hemofilia.🩸💙

O Hemocentro de Ribeirão Preto é referência nacional no acompanhamento e tratamento de pessoas com a condição — mas você sabe o que é a hemofilia?

Em parceria com a Arena Marketing, lançamos uma série de histórias reais sobre viver com uma doença ainda pouco conhecida pela sociedade. O primeiro episódio estreia agora nas redes sociais do Hemocentro RP e traz a participação da Dra. Luciana Oliveira, médica hematologista e hemoterapeuta da instituição.

A hemofilia é uma doença genética rara que compromete a coagulação do sangue, aumentando o risco de sangramentos.

Com o avanço das estratégias de prevenção, é possível oferecer mais segurança, liberdade e autonomia às pessoas com hemofilia e suas famílias. As terapias evoluíram — estão mais eficazes e mais simples de usar.

✨ O que antes parecia distante já é realidade para muitos.  Clique aqui e assista ao vídeo!

 

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Tratamento com células CAR-T para leucemia e linfomas pode chegar ao SUS em dois anos

A reportagem da Folha de São Paulo aborda a terapia celular CAR-T contra o câncer, desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP, em parceria com o Instituto Butantan, no Núcleo de Terapia Avançada (Nutera RP), a “fábrica de células”.

O Estudo Clínico CARTHEDRALL tem como objetivo tratar 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B (LLA) ou linfoma não Hodgkin de células B refratários, utilizando as células CAR-T produzidas no Nutera RP. A meta é, futuramente, oferecer esse procedimento de forma gratuita pelo SUS.

A terapia com células CAR-T tem revolucionado o tratamento das neoplasias hematológicas, trazendo melhores resultados para os pacientes. No entanto, o acesso a essa tecnologia ainda é desigual, especialmente em nações com recursos limitados.

A iniciativa está em sua segunda fase, após aprovação da Anvisa. Todas as informações estão disponíveis no site: nuterarp.org.

📌 Clique aqui e leia a matéria da Folha de SP.

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Bolsas PRONON de Desenvolvimento Industrial para o Biobanco Hemocentro-RP

A Fundação Hemocentro de Ribeirão Preto oferece Bolsas PRONON DTI (Desenvolvimento Tecnológico e Industrial) 25000.193690/2019-81 conforme editais abaixo:

01 (uma) vaga de DTI – A  – Bolsa PRONON de Desenvolvimento Industrial para o Biobanco Hemocentro-RP (ver edital)

01 (uma) vaga de DTI – B  – Bolsa PRONON de Desenvolvimento Industrial para o Biobanco Hemocentro-RP (ver edital)

02 (duas) vagas de DTI – C  – Bolsa PRONON de Desenvolvimento Industrial para o Biobanco Hemocentro-RP (ver edital)


Saiba mais sobre o PRONON.

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Hemocentro RP recebe visita de autoridades científicas para conhecer avanços do Nutera RP

O Hemocentro de Ribeirão Preto recebeu, no dia 06/03, a visita da Profa. Dra. Ludhmila Hajjar, uma das médicas mais influentes do Brasil e referência consolidada em cardiologia, terapia intensiva e emergências clínicas, e do Prof. Dr. Carlos Gilberto Carlotti Júnior, ex-reitor da USP e atual presidente da Agência USP de Cooperação Acadêmica Nacional e Internacional (Aucani).

Em reunião no prédio do CTC-USP, as autoridades realizaram uma visita, com o auxílio da realidade virtual, à infraestrutura do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera RP), a chamada “fábrica de células”. Acompanhados pelo Prof. Dr. Rodrigo Calado (diretor-presidente do Hemocentro RP), pelo Prof. Dr. Diego Clé (coordenador de biotecnologia e do Nutera RP) e pela Dra. Virgínia Picanço e Castro (coordenadora técnico-científica do Hemocentro RP), eles conversaram sobre o andamento das pesquisas em terapia celular conduzidas pela instituição.

Entre os destaques está o Estudo Clínico CARTHEDRALL, atualmente em sua segunda fase, que visa tratar, com células CAR-T, 81 pessoas com leucemia linfoide aguda de células B ou linfoma não Hodgkin de células B refratários, em cinco centros de referência brasileiros. A meta é oferecer, futuramente, essa terapia de forma gratuita pelo SUS.

O Nutera RP faz parte do maior e mais avançado programa de tratamento contra o câncer da América Latina. A unidade produz a terapia celular CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente oncológico para combater o câncer de sangue. Entre as vantagens estão a redução das sessões de quimioterapia e o aumento das chances de remissão total ou parcial da doença.

O investimento em pesquisa e inovação nessa área pode ser considerado estratégico para o desenvolvimento e a independência do país no setor, tornando nosso parque fabril mais relevante e competitivo em relação às nações mais desenvolvidas na produção desses medicamentos e terapias.

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