Eduardo

“Por dentro da Pesquisa” aborda, em série, os desafios e inovações sobre a doença falciforme

O Por dentro da Pesquisa apresenta uma série de três palestras com foco em dar relevância a um problema de saúde pública que afeta cerca de 100 mil brasileiros: a doença falciforme. A média de sobrevida é de apenas 40 anos, e o Ministério da Saúde estima que 4% da população seja portadora do traço falciforme no país.

A doença genética causa alterações nos glóbulos vermelhos (hemácias), tornando-os parecidos com uma foice. Os pacientes sofrem com infecções recorrentes, que representam a principal causa de morbidade, especialmente entre crianças. Além da inflamação crônica acompanhada de episódios de dor, os enfermos apresentam uma desregulação do sistema imunológico.

Os encontros vão mostrar iniciativas científicas desenvolvidas desde a bancada até a aplicação clínica, em parceria entre o Hemocentro de Ribeirão Preto, o CTC-USP e a USP. A primeira palestra é da biomédica Maria Luiza Arrojo e tem como título “Enxergando além do invisível: da pesquisa básica à realidade da doença falciforme”.

Durante o mestrado, a pesquisadora desenvolveu uma técnica inovadora e de baixo custo que permite analisar com precisão a presença de hemoglobina fetal (HbF) nos glóbulos vermelhos. A HbF é conhecida por indicar a gravidade da manifestação da doença, sendo que níveis mais elevados estão associados a um melhor curso clínico.

O trabalho representa um avanço na compreensão da doença genética e pode abrir novas perspectivas para terapias personalizadas e mais eficazes. O estudo foi orientado pelo Prof. Dr. Rodrigo Alexandre Panepucci, coordenador do Laboratório de Biologia Funcional do Hemocentro RP/CTC-USP, e integrou o Programa de Pós-Graduação em Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP).

Fique atento às próximas edições do Por dentro da Pesquisa! Os vídeos são publicados nas mídias sociais do CTC-USP e no canal do YouTube do Hemocentro RP.

“Por dentro da Pesquisa” aborda, em série, os desafios e inovações sobre a doença falciforme Read More »

Tecnologia brasileira cria biocurativo 3D com células-tronco por meio de bioimpressão

O desenvolvimento da terapia celular possibilitou inovações em diferentes áreas da saúde, trazendo benefícios diretos à população. Um importante exemplo é o biocurativo 3D contendo células-tronco, destinado ao tratamento de feridas crônicas e queimaduras graves, criado pela startup In Situ. A Dra. Carolina Caliari está à frente da iniciativa, que desde o início contou com o apoio do Hemocentro de Ribeirão Preto e do CTC-USP.

O Por dentro da Pesquisa aborda o tema na palestra “Bioimpressão 3D para o desenvolvimento de biocurativos”. No encontro, a bióloga apresenta a trajetória desde o início, com a expansão das células mesenquimais, que possuem propriedades de regeneração, o desenvolvimento em bancada por meio da engenharia tecidual, com o uso de biomembranas como quitosana e xantana em camundongos, até o produto final, que utilizou inicialmente a primeira bioimpressora fabricada no Brasil.

O Mesencure® atua principalmente na cicatrização de lesões na pele refratárias aos tratamentos convencionais, reduzindo o tempo de recuperação e o custo do procedimento. A inovação está em fase de ensaio clínico e, portanto, ainda não está disponível no mercado para comercialização.

A bioimpressão 3D de células-tronco é realizada com uma base de hidrogel de alginato, que permite dar forma e também manter a sobrevivência das células, gerando a chamada Biotinta. A técnica possibilita escalabilidade e precisão ao processo.

Atualmente, a empresa possui mais dois produtos em fase de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento): o Biogel, destinado ao tratamento de feridas menos complexas e cicatrizes, e o Bioenxerto 3D, voltado ao tratamento de recessão gengival. A startup tem o suporte da Fapesp, USP, Sebrae, do Hospital Israelita Albert Einstein, da Pluris Aceleradora e do Supera Parque de Ribeirão Preto.

Fique atento às próximas edições da série Por dentro da Pesquisa! Os vídeos são publicados nas redes sociais do CTC-USP e no canal do YouTube do Hemocentro de Ribeirão Preto.

Tecnologia brasileira cria biocurativo 3D com células-tronco por meio de bioimpressão Read More »

Trabalho premiado revela avanços na recuperação da epiderme em pacientes com esclerose sistêmica

O avanço nos estudos voltados ao tratamento da esclerose sistêmica resultou em dois prêmios conquistados pelo biólogo Djúlio César Zanin em 2025. O pesquisador da Iuliu Hațieganu University of Medicine and Pharmacy, da Romênia, concluiu recentemente o doutorado no Programa de Imunologia Básica e Aplicada da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) e atuou no Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP, sob orientação da Profa. Dra. Maria Carolina de Oliveira Rodrigues.

O trabalho “Autologous hematopoietic stem cell transplantation modulates epidermal-related inflammation/fibrosis mechanisms in systemic sclerosis patients” conquistou o primeiro lugar no 31º Encontro de Reumatologia Avançada, realizado de 29 a 31/05 em Ribeirão Preto, promovido pela Sociedade Paulista de Reumatologia. A iniciativa também recebeu o prêmio William Chahade no 42º Congresso Brasileiro de Reumatologia, realizado de 17 a 20/09 em Salvador, organizado pela Sociedade Brasileira de Reumatologia.

A esclerose sistêmica é caracterizada por lesões microvasculares associadas a diferentes graus de fibrose na pele e em órgãos internos. Os pacientes apresentam falta de ar, dores pelo corpo, manchas e dificuldade de locomoção, o que leva muitos a deixarem seus trabalhos e reduzirem o convívio familiar.

A inovação da pesquisa está na análise das melhorias clínicas na epiderme, a camada mais superficial da pele, relacionadas à fibrose e à inflamação proporcionadas pelo transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas, destacando o papel fundamental dessa estrutura na fisiopatologia da esclerose sistêmica. Estudos anteriores focavam na derme, camada abaixo da epiderme, mais espessa, vascularizada e elástica, que contém vasos sanguíneos, nervos, folículos pilosos e glândulas.

O transplante busca criar um novo sistema imunológico. As células-tronco são colhidas do próprio paciente, que em seguida passa por uma etapa de imunossupressão intensa para eliminar os linfócitos responsáveis pela doença. Posteriormente, as células-tronco são reinfundidas no organismo para restabelecer um sistema imunológico mais tolerante.

Desde o mestrado, Zanin investiga o papel de moléculas e células envolvidas no eixo patológico inflamação-fibrose em pessoas submetidas ao transplante autólogo de células-tronco hematopoéticas. O procedimento é considerado uma opção terapêutica para casos graves e progressivo da enfermidade.

O médico Pedro Delghingaro Forti contribuiu com a perspectiva clínica no desenvolvimento do estudo. Ele cursa residência médica em Reumatologia no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP) e tem como foco de atuação, além do tratamento, a coleta de dados relacionados ao procedimento. O pesquisador avaliou as informações obtidas antes e após o transplante e observou uma melhora rápida da fibrose cutânea em poucas semanas e meses.

🎥 Saiba mais no vídeo produzido pela TV Hemocentro RP!

Trabalho premiado revela avanços na recuperação da epiderme em pacientes com esclerose sistêmica Read More »

Podcast Pesquisa Brasil: Prof. Rodrigo Calado fala sobre terapia CAR-T e estudo clínico nacional

A última edição do Podcast “Pesquisa Brasil”, da Revista Pesquisa Fapesp, traz uma entrevista com o Prof. Dr. Rodrigo Calado, diretor-presidente do Hemocentro de Ribeirão Preto e docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP -USP).

O tema da conversa é a iniciativa com as células CAR-T produzidas pela Instituição e o andamento do estudo clínico CARTHEDRALL, atualmente em fase II, que busca tratar 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B (LLA) ou linfoma não Hodgkin de células B refratários, em cinco centros de referência brasileiros.

🎧 Ouça abaixo! A apresentação é de Fabrício Marques, e a produção, roteiro e edição são de Sarah Caravieri.

🔗 https://revistapesquisa.fapesp.br/fabrica-de-celulas-contra-o-cancer/

Podcast Pesquisa Brasil: Prof. Rodrigo Calado fala sobre terapia CAR-T e estudo clínico nacional Read More »

Hemocentro RP celebra 35 anos e destaca trajetória em palestra da série “Por dentro da Pesquisa”

Você sabia que o Hemocentro de Ribeirão Preto completou 35 anos em 2025? A importância da Instituição na vida dos brasileiros vai muito além de promover o nobre ato da doação de sangue. Aqui, são formados pesquisadores de destaque e desenvolvidos tratamentos de ponta que chegam gratuitamente à população pelo SUS.

Na retomada da série Por dentro da Pesquisa, trazemos uma breve apresentação da coordenadora técnico-científica do Hemocentro RP, Dra. Virginia Picanço e Castro, realizada na última edição do “Curso de Verão: Genoma, Proteoma e o Universo Celular”, com uma visão geral das nossas atividades. O título é “O Hemocentro de Ribeirão Preto e sua relevância no cenário nacional”.

Na área assistencial, a Fundação é responsável por coletar, processar e distribuir sangue, hemocomponentes e hemoderivados para um terço do Estado de São Paulo, abrangendo mais de 230 municípios onde vivem mais de 5 milhões de habitantes. Além disso, oferece diagnóstico e tratamento a pacientes com patologias hematológicas e correlatas.

No ensino, a organização desenvolve programas educacionais que atendem desde estudantes do ensino fundamental até o pós-doutorado. Entre os exemplos consolidados estão a Casa da Ciência, com 25 anos de atuação junto a professores e alunos da educação básica, e os programas de Pós-Graduação em Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), além do Mestrado Profissional em Hemoterapia e Biotecnologia.

O Hemocentro RP atua em diversas linhas de pesquisa. A instituição é sede do Centro de Terapia Celular (CTC-USP), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Células-Tronco e Terapia Celular no Câncer (INCTC), do Núcleo de Terapia Celular (NuTeC), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Terapia Oncológica de Precisão (INCT-TOP) e do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera RP), a chamada “fábrica de células”.

Por suas instalações circulam mais de 150 profissionais que desenvolvem pesquisas apoiadas por diversas agências de fomento, como FAPESP, CNPq, CAPES, Finep, BNDES, OPAS, Pronon, Decit, Ministério da Saúde e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Ligado ao Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP, o Hemocentro RP tem como missão transformar ciência em benefício social, desenvolvendo tratamentos de ponta que impactam diretamente a saúde da população.

Fique atento às próximas edições da série Por dentro da Pesquisa! Os vídeos são publicados nas redes sociais do CTC-USP e no canal do YouTube do Hemocentro de Ribeirão Preto.

Hemocentro RP celebra 35 anos e destaca trajetória em palestra da série “Por dentro da Pesquisa” Read More »

Avanços e desafios regulatórios na terapia celular brasileira

No encerramento do II Colóquio Nutera, o gerente de operações do Núcleo de Terapia Avançada de Ribeirão Preto, Edson Lara Moretto, apresentou a palestra “Desafios regulatórios na implementação de um programa de terapia celular”. O farmacêutico destacou a trajetória, os principais pontos e as dificuldades enfrentadas pelo Hemocentro de Ribeirão Preto durante o Estudo Clínico CARTHEDRALL.

A iniciativa, financiada pelo Ministério da Saúde por meio do Programa para o Desenvolvimento do Complexo Industrial da Saúde (PROCIS), tem como objetivo tratar 81 pessoas com leucemia linfoide aguda de células B (LLA) ou linfoma não-Hodgkin de células B refratários, em cinco centros de referência brasileiros. O estudo busca verificar a segurança e a eficácia das células CAR-T, com a meta de disponibilizar futuramente a terapia de forma gratuita no SUS (Sistema Único de Saúde).

Durante a apresentação, foram abordados o pioneirismo da iniciativa em âmbito nacional e o processo de definição de critérios quanto à classificação do produto, ensaio clínico e provas de eficácia, além de aspectos relacionados à fabricação, controle de qualidade, questões éticas, precificação e acesso ao mercado.

A segunda fase do Estudo Clínico CARTHEDRALL, autorizada pela Anvisa, permite que os centros parceiros: Hospital das Clínicas da FMUSP, Beneficência Portuguesa e Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo (SP); Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas (SP); e o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), também passem a recrutar e tratar pacientes. Saiba mais!

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e agora está disponível, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

Avanços e desafios regulatórios na terapia celular brasileira Read More »

Da pesquisa à regulação da Anvisa: o caminho das terapias avançadas no Brasil

O II Colóquio Nutera chega à sua quinta e última sessão, intitulada “Desafios da implementação de um programa de terapia celular”. A abertura ficou a cargo do Dr. João Batista Silva Jr., responsável pela Gerência de Sangue, Tecidos, Células e Órgãos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), com a palestra “Visão da Agência Regulatória quanto às Terapias Avançadas”.

O servidor público é graduado em Farmácia-Bioquímica pela Universidade Federal de Ouro Preto (MG); especialista em Vigilância Sanitária (Fiocruz), Regulação em Sangue, Tecidos, Células e Órgãos (Unesp) e em Gestão (Hospital Sírio-Libanês). É também mestre em Saúde Coletiva e doutor em Ciências Farmacêuticas pela Universidade de Brasília (UnB).

Durante a apresentação, destacou o caminho percorrido até o registro dos diferentes produtos de terapias avançadas. Entre 2018 e 2024, 50 ensaios clínicos foram avaliados pela Anvisa, em caráter observacional ou intervencional, sendo 16% com patrocinador nacional. Atualmente, há 17 produtos ativos de terapia gênica registrados em ensaios clínicos, para diferentes doenças.

A Anvisa é a primeira instância regulatória para aprovação dos produtos/serviços. Após essa etapa, ocorre a definição de preços e, em seguida, a análise para incorporação ao sistema público, via SUS, ou ao sistema privado. O órgão federal tem como objetivo garantir a eficácia, a segurança e a qualidade.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

Da pesquisa à regulação da Anvisa: o caminho das terapias avançadas no Brasil Read More »

Volume de candidatos a doadores de medula óssea cresceu 20,61%

Entre 2023 e 2024, houve aumento de aproximadamente 20,61%, elevando o total de candidatos de 7.879 para 9.503. Esse crescimento indica retomada do interesse e engajamento na causa da doação.

Olhando para o período anterior, entre 2022 e 2023, já se observava uma tímida retomada, com um aumento de cerca de 7,34%, passando de 7.340 para 7.879 candidatos.

Estes números interrompem um período de queda no volume de candidatos. De 2019 para 2020, houve uma queda de aproximadamente 27,85%. Essa tendência de queda persistiu, com uma redução de cerca de 13,90% entre 2020 e 2021, e um declínio ainda mais acentuado de aproximadamente 34,38% entre 2021 e 2022.

Volume de candidatos a doadores de medula óssea cresceu 20,61% Read More »

CAR-T em doenças neurológicas: evidências e estudos em andamento

Dando continuidade à quarta sessão do II Colóquio Nutera, intitulada “Expandindo as indicações — CAR-T em doenças imunomediadas”, o Prof. Dr. Diego Villa Clé ministrou a palestra “CAR-T em doenças neurológicas”, na qual abordou estudos em andamento sobre esclerose múltipla, miastenia gravis e neuromielite óptica.

O professor é médico hematologista, leciona na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) e coordena o Núcleo de Terapia Avançada (Nutera RP). Ele também lidera o estudo clínico CARTHEDRALL, que utiliza células CAR-T produzidas no Hemocentro de Ribeirão Preto/CTC-USP.

Durante a apresentação, o pesquisador mostrou como o uso das células CAR-T tem aberto novas possibilidades de tratamento para doenças neurológicas, especialmente em pessoas que não respondem aos procedimentos convencionais. As propostas ainda estão em fase inicial, com destaque para ensaios realizados na China e nos Estados Unidos, mas os primeiros resultados são promissores.

Esclerose múltipla, miastenia gravis e neuromielite óptica são doenças autoimunes, ou seja, ocorrem quando o próprio sistema de defesa do corpo ataca partes do organismo. A esclerose múltipla afeta o cérebro e a medula espinhal, causando sintomas como fraqueza, cansaço e problemas de visão. A miastenia gravis prejudica a comunicação entre nervos e músculos, levando à fraqueza muscular. Já a neuromielite óptica atinge principalmente os nervos dos olhos, podendo causar perda de visão.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

CAR-T em doenças neurológicas: evidências e estudos em andamento Read More »

Os 10 maiores hospitais consumidores de bolsas de sangue

O Hospital das Clínicas – campus – continua sendo a Instituição que mais consome as bolsas de sangue coletadas pela rede Hemocentro RP. Em 2024, o HC utilizou 15.944, enquanto em 2023 foram utilizadas 15.241, aumento de 4.61%.

A Santa Casa de Araçatuba registrou um aumento expressivo, saltando de 10.742 para 12.237 bolsas utilizadas, representando um crescimento de 13,92%.

O Hospital das Clínicas – Unidade de Emergência acompanhou essa alta, com aumento de 6,70%, passando de 7.907 para 8.437 bolsas de sangue utilizadas. A Santa Casa de Franca também apresentou um aumento no uso de bolsas de sangue, com um crescimento de 11,51%, de 6.854 para 7.643.

A Santa Casa de Ribeirão Preto também apresentou um crescimento de 3,70%, com o uso de bolsas de sangue subindo de 5.804 para 6.019. A Santa Casa de Votuporanga registrou aumento de 15,09%, com a utilização de 3.476 para 3.992 bolsas. O Hospital F. Malzoni, em Matão, registrou aumento 15,26%, passando de 2.863 para 3.301 bolsas utilizadas.

Nem todos os hospitais apresentaram aumento no consumo. O Hospital São Camilo, em Presidente Prudente, registrou uma diminuição de 6,73% no uso de bolsas de sangue, caindo de 8.365 em 2023 para 7.802 em 2024. O Hemocentro também apresentou uma leve retração de 7,49%, com a utilização diminuindo de 6.380 para 5.902 bolsas.

2023

2024

HC – Campus

15.241

15.944

Sta Casa Araçatuba

10.742

12.237

HC – Unidade Emergência

  7.907

  8.437

São Camilo – P. Prudente

  8.365

  7.802

Sta Casa Franca

  6.854

  7.643

Sta Casa R. Preto

  5.804

  6.019

Hemocentro

  6.380

  5.902

Sta Casa Votuporanga

  3.476

  3.992

F. Malzoni – Matão

  2.863

  3.301

Os 10 maiores hospitais consumidores de bolsas de sangue Read More »

Rolar para cima