Terapia celular além do câncer: CAR-T em doenças imunomediadas!

A quarta sessão do II Colóquio Nutera, intitulada “Expandindo as indicações—CAR-T em doenças imunomediadas”, mudou o foco onco-hematológico para discutir o uso da terapia celular em doenças reumatológicas e neurológicas. A Profa. Dra. Maria Carolina de Oliveira Rodrigues ministrou a palestra “CAR-T em doenças reumatológicas”, onde abordou estudos com o lúpus eritematoso sistêmico, a miopatia inflamatória e a esclerose sistêmica.

Docente da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), coordenadora do programa de pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada e pesquisadora principal do CTC-USP, a cientista possui ampla experiência em iniciativas na área de terapia celular para doenças autoimunes e inflamatórias.

O Hemocentro de Ribeirão Preto vai receber um investimento de mais de R$ 7 milhões para a realização de um estudo clínico com foco no tratamento do lúpus eritematoso sistêmico, por meio de células CAR-T. A proposta foi aprovada no fim de 2024, com a maior nota entre os participantes da chamada “Genômica e Saúde Pública de Precisão”, promovida pelo CNPq, Genomas Brasil, Ministério da Saúde e Governo Federal, e deve ser iniciada nos próximos anos.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia, o lúpus eritematoso sistêmico é uma doença inflamatória crônica, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (ao longo de meses) ou mais rapidamente (em semanas), alternando entre fases de atividade e remissão.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera): “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes” foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto, e reuniu renomados pesquisadores, que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o encontro foi gravado na íntegra e, agora, será divulgado em série no canal do YouTube do Hemocentro de Ribeirão Preto.

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Processo Seletivo Unificado de Pós-Graduação da FMRP-USP: 1º semestre de 2026

A Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP) abre, no dia 25 de agosto, as inscrições para os cursos de Mestrado, Doutorado e Doutorado Direto em 12 programas de pós-graduação. Clique aqui para acessar o edital completo.

🧪 Áreas disponíveis:
Bioquímica | Fisiologia | Genética | Ginecologia e Obstetrícia | Imunologia Básica e Aplicada | Gestão de Organizações de Saúde | Biologia Celular e Molecular | Farmacologia | Clínica Médica | Nutrição | Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular | Saúde Pública

📅 Período de inscrição:
De 25/08/2025 (a partir das 12h) até 05/09/2025 (até às 12h)

💰 Taxa de inscrição: R$ 219
🆓 Pedidos de isenção/redução da taxa: de 13 a 19/08/2025
📑 Informações disponíveis no site da FUVESTfuvest.br/fmrpusp

🛜 Aplicação da prova:
A prova será realizada on-line, no dia 09/11/2025 (domingo), às 9h, com duração de 2 horas. Caso o programa exija uma segunda prova, ela será aplicada no mesmo dia, às 14h, também com duração de 2 horas.


🧬 Programa: Oncologia Clínica, Células-Tronco e Terapia Celular

Este programa está fortemente integrado a centros de pesquisa de excelência, como:

Essas instituições são sediadas no Hemocentro de Ribeirão Preto e contam com o apoio do Hospital das Clínicas da FMRP-USP (HCFMRP-USP).

📌 Vagas específicas:

  • Mestrado:
    ▸ 11 vagas (Ampla Concorrência)
    ▸ 1 vaga (Ação Afirmativa)

  • Doutorado/Doutorado Direto:
    ▸ 4 vagas (Ampla Concorrência)
    ▸ 1 vaga (Ação Afirmativa)

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Células CAR-NK no combate ao câncer: inovação brasileira em evidência na Pesquisa Fapesp

Uma nova geração de terapias celulares está ganhando força: as CAR-NK, desenvolvidas a partir dos linfócitos NK (natural killers), que já atacam tumores de forma natural.

A reportagem da última edição da Revista Pesquisa Fapesp mostra como cientistas brasileiros, do Hemocentro de Ribeirão Preto, da USP e do Hospital Israelita Albert Einstein, estão desenvolvendo essa alternativa promissora para combater leucemias, linfomas e mieloma múltiplo.

Ao contrário das células CAR-T, as CAR-NK podem ser obtidas de doadores saudáveis, armazenadas e utilizadas por diferentes pacientes, um verdadeiro “tratamento de prateleira”.

Com apoio da FAPESP, os pesquisadores se dedicam à produção e ao aprimoramento dessa imunoterapia, que têm se mostrado uma opção acessível, menos tóxica e com bons resultados em testes de laboratório.

O grupo do Hemocentro RP, coordenado pela Dra. Virginia Picanço e Castro, se prepara para dar o próximo passo: concluir os estudos pré-clínicos e solicitar à Anvisa a liberação para um ensaio clínico de fase 1.

📌 Clique aqui e leia a reportagem completa!

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Pesquisa Fapesp destaca avanço da terapia CAR-T nacional, com recrutamento de pacientes aberto

A Revista Pesquisa Fapesp publicou uma reportagem completa e rica em informações sobre o Estudo Clínico CARTHEDRALL, que utiliza a inovadora terapia celular CAR-T, desenvolvida no Hemocentro de Ribeirão Preto, em parceria com o Instituto Butantan. A iniciativa está em sua segunda fase, após aprovação da Anvisa. Clique aqui e confira a matéria!

A pesquisa tem como objetivo tratar 81 pacientes com leucemia linfoide aguda de células B (LLA) ou linfoma não Hodgkin de células B refratários, utilizando células CAR-T produzidas no Núcleo de Terapia Avançada de Ribeirão Preto (Nutera RP). A meta é oferecer futuramente esse tratamento de forma gratuita pelo SUS.

A boa notícia é que o recrutamento de pacientes já está aberto nos cinco centros de referência onde o estudo é conduzido e, no momento, não há filas de espera para participar. Os centros são:

• Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), em Ribeirão Preto;
• Hospital de Clínicas da Unicamp, em Campinas;
• Hospital das Clínicas da FMUSP, Hospital Sírio-Libanês e Beneficência Portuguesa, em São Paulo.

O contato com os centros deve ser feito exclusivamente pelos médicos responsáveis pelos pacientes. Mais informações: https://nuterarp.org/pacientes/

Atenção: o CAR-T produzido no Nutera RP é específico para combater um alvo chamado CD19, uma proteína presente nos dois cânceres hematológicos citados acima. Dessa forma, esta imunoterapia não é eficaz para outros tipos de câncer.

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As células NK e o desafio do combate à leucemia mieloide aguda

“É desafiador tratar pacientes com diagnóstico de leucemia mieloide aguda (LMA) recidivada/refratária (quando a doença retorna e não responde ao tratamento inicial).” Foi assim que a Dra. Lucila Kerbauy, coordenadora médica da Terapia Celular Avançada do Hospital Israelita Albert Einstein, iniciou sua segunda participação no II Colóquio Nutera, desta vez com o tema “Novos tipos celulares”.

No entanto, como destacado em outras palestras do evento, o cenário da terapia celular traz novas perspectivas para o combate e o tratamento da doença. Esse tipo de câncer afeta as células da medula óssea, levando à produção descontrolada de glóbulos brancos, que acabam substituindo as células saudáveis e causando sintomas como fadiga, infecções frequentes e sangramentos.

As células NK (Natural Killer) são uma poderosa arma do nosso organismo no ataque a infecções e outras ameaças, devido à sua citotoxicidade inata, capacidade natural de reconhecer e destruir células anormais. Na palestra “Células NK não-modificadas para LMA”, a pesquisadora destacou algumas vantagens da imunoterapia, entre elas o caráter alogênico, quando o procedimento utiliza células de doadores saudáveis e prontas para uso, e a eliminação da doença do enxerto contra o hospedeiro, uma condição grave que ocorre quando as células-tronco do doador atacam o organismo do receptor.

Além disso, a engenharia genética também tem mostrado resultados pré-clínicos promissores em cânceres hematológicos, tumores sólidos e infecções virais, com maior eficácia e menos efeitos colaterais.

O II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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Novos tipos celulares ampliam as fronteiras da imunoterapia!

Os “Novos tipos celulares” no enfrentamento do câncer são o tema da terceira sessão de palestras do II Colóquio Nutera. A Dra. Virginia Picanço e Castro, coordenadora técnico-científica do Hemocentro de Ribeirão Preto, apresenta os avanços alcançados com as células CAR-NK.

As células NK (Natural Killer) são uma poderosa arma do nosso organismo no combate a infecções e ameaças. Elas têm o potencial de causar menos reações adversas do que os linfócitos T (utilizados na produção das células CAR-T).

As pesquisas com células CAR-NK (modificação genética das células NK para combater um alvo específico) têm demonstrado importantes respostas antitumorais. À frente do Laboratório de Biotecnologia, a Dra. Virginia é uma das responsáveis por trazer novos avanços à área, com o desenvolvimento de um vetor de quarta geração que potencializa a eficácia da terapia.

A iniciativa pode oferecer um complemento ao tratamento com células CAR-T, já em estudo clínico. A abordagem alogênica, ou seja, quando o procedimento utiliza células de doadores saudáveis e prontas para uso, permite um acesso mais rápido e seguro ao tratamento. Isso tem impacto positivo, especialmente para pacientes que não podem aguardar a produção das células CAR-T (personalizadas, de custo elevado e produção complexa), pois já se encontram em estado grave ou não possuem células T em bom estado.

Investimento em inovação, com retorno para o SUS

O Hemocentro de Ribeirão Preto, com o apoio do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (HCFMRP-USP), vai receber um investimento de quase R$ 50 milhões para o desenvolvimento da imunoterapia, com o objetivo de implantar um estudo clínico voltado ao tratamento de leucemias e linfomas. O incentivo foi aprovado em edital pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Finep e pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT).

II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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Novas estratégias para o tratamento da leucemia mieloide aguda!

Hoje retomamos o tema Novos alvos em terapia celular, que integra a segunda sessão de palestras do II Colóquio Nutera. A Profa. Dra. Lorena Lôbo de Figueiredo Pontes, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), abordou as pesquisas com anticorpos anti-CD33 para o combate à leucemia mieloide aguda (LMA).

Esse tipo de câncer afeta as células da medula óssea, levando à produção descontrolada de glóbulos brancos que acabam substituindo as células saudáveis, causando sintomas como fadiga, infecções frequentes e sangramentos.

O cenário da terapia celular traz novas perspectivas para o tratamento dos pacientes. No Brasil, a sobrevida é comprometida por diversos fatores, como o acesso à terapia, questões socioeconômicas e a diversidade genética, que gera múltiplos alvos e rearranjos gênicos a serem enfrentados. O tratamento oferecido pelo SUS é baseado em quimioterapia intensiva, transplante de medula óssea e em poucas drogas-alvo.

À frente, em âmbito nacional, do Consórcio Internacional de Leucemia Mieloide Aguda, a Dra. Lorena Pontes é pesquisadora do Centro de Terapia Celular (CTC-USP), coordenadora do Programa de Mestrado Profissional em Hemoterapia e Biotecnologia da FMRP-USP e vice-coordenadora do Programa de Pós-graduação em Oncologia Clínica, Células-tronco e Terapia Celular. Possui ampla experiência nas áreas de Hematologia e Oncologia.

II Colóquio do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), intitulado “Terapia Celular: realidade no combate ao câncer e perspectivas no tratamento das doenças imunes”, foi realizado no dia 14 de abril, no Hemocentro de Ribeirão Preto. O evento reuniu renomados pesquisadores que apresentaram e discutiram novas abordagens, estudos e tratamentos na área.

O rico material produzido durante o evento foi gravado na íntegra e será disponibilizado, em formato de série, no canal do YouTube do Hemocentro RP.

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Reportagem da Folha de São Paulo destaca o trabalho científico desenvolvido no Nutera RP

🧬 Nutera RP: o futuro da terapia celular já começou no Brasil! 🇧🇷

A reportagem da jornalista Ana Bottallo, publicada no domingo (29/06) na Folha de São Paulo, traz um panorama do trabalho desenvolvido no Núcleo de Terapia Avançada – Nutera RP.

O que antes era um pequeno laboratório, hoje é o maior centro da América Latina para o desenvolvimento de terapias avançadas contra o câncer, evoluindo em estudos com as células CAR-T e CAR-NK.

Localizado em Ribeirão Preto (SP), o Nutera, vinculado à Universidade de São Paulo e ao Hemocentro de Ribeirão Preto, tornou-se referência internacional na produção em larga escala de células CAR-T para o tratamento de doenças como leucemia linfoide aguda, linfoma não Hodgkin e, futuramente, outras doenças autoimunes.

Com a expertise desenvolvida ao longo de décadas no CTC-USP, a pesquisa saiu da bancada e chegou aos testes clínicos aprovados pela ANVISA, como o Estudo Clínico CARTHEDRALL, que vai tratar 81 pacientes utilizando tecnologia 100% nacional, eficaz e mais acessível.

“É um exemplo prático do que a ciência pode trazer para a vida de cada brasileiro”, afirma o Prof. Dr. Diego Villa Clé, responsável pela iniciativa.

✅ Ciência, inovação e saúde pública caminhando juntas.

✅ Apoio de instituições como USP, Instituto Butantan, FAPESP, CNPq, Ministério da Saúde e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

✅ A única estrutura industrial desse porte na América Latina.

Clique aqui e leia a reportagem completa!

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Brasil e França unem forças em Terapia Celular contra o linfoma óculo-cerebral

Pesquisadores do CTC-USP/Hemocentro de Ribeirão Preto e do Institut Curie, da França, vão realizar um estudo clínico para testar uma nova imunoterapia com células CAR-T em pacientes com linfoma óculo-cerebral, um tipo raro de câncer que atinge cérebro e olhos.

Essa colaboração internacional promete mais do que ciência de ponta: ela prevê a transferência de tecnologia para o Brasil, com potencial de tornar o tratamento acessível pelo SUS no futuro.

A CAR-T é uma terapia inovadora baseada em linfócitos T modificados geneticamente para atacar células tumorais. Em Ribeirão Preto, o Nutera — primeira fábrica de CAR-T da América Latina — já produz a terapia voltada ao tratamento de leucemia linfoide aguda de células B e linfoma não Hodgkin de células B, com custo até 3x menor que o de tratamentos importados.

O projeto é fruto de anos de pesquisa apoiada pela USP e pela FAPESP, mostrando o impacto real do investimento em ciência no Brasil! A iniciativa foi apresentada na FAPESP Week França, em Toulouse, e visa tratar até 30 pacientes na nova fase do estudo.

Saiba mais na Agência FAPESP.

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Na França, USP e FAPESP apresentam a inovação das startups de São Paulo em feira de tecnologia

Informações: Adriana Cruz

A USP e a FAPESP concluíram, com sucesso, a missão internacional do ecossistema de inovação e de startups na Feira VivaTech, um dos mais importantes eventos de tecnologia da Europa, que foi realizada no período de 11 a 14 de junho, na cidade de Paris.

Esta foi a primeira vez que as duas instituições participaram do evento, que recebeu, nos quatro dias de realização, mais de 180 mil visitantes de 171 nacionalidades diferentes, com a participação de 14 mil startups. No dia da abertura, o presidente da França, Emamnuel Macron, visitou a feira e, em sua palestra, enfatizou a importância da inteligência artificial para a Europa.

Em um estande de 100 metros quadrados, professores, pesquisadores e os representantes de 19 startups da USP e da FAPESP tiveram a oportunidade de apresentar aos visitantes tecnologias disruptivas nas áreas de saúde, agricultura, sustentabilidade, clima, energia, meio ambiente, mobilidade e inteligência artificial, além de ampliar conexões estratégicas, aumentar a visibilidade internacional de suas pesquisas e produtos e atrair novos investidores.

Um dos destaques brasileiros do encontro foi a participação do Centro de Terapia Celular (CTC-USP) e do Núcleo de Terapia Avançada (Nutera), que mostraram: os avanços da terapia celular CAR-T 100% nacional no tratamento de linfoma e leucemia; parcerias internacionais em pesquisas sobre doenças autoimunes; progresso nos estudos com as células CAR-NK, promissoras no combate ao câncer.

Saiba mais na reportagem do Jornal da USP.

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